quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Educação Infantil

                                                                        EDUCAÇÃO  INFANTIL
 

                                                                         

                          
O que não pode faltar na Pré-escola

Para que as turmas de pré-escola se desenvolvam plenamente, é importante conhecer as características de cada faixa etária e fazer com que algumas experiências façam parte do planejamento. Veja aqui como trabalhá-las e por que são tão importantes.


1. Brincar


Por que trabalhar


Essa é uma fase de ampliação do universo de informações: a mamãe é vendedora, o papai é motorista, o herói preferido voa, o livro de histórias fala de uma princesa bonita e corajosa. O meio de processar e assimilar tantos assuntos – enfim, entender o mundo – é brincar de faz-de-conta. “A complexidade da fantasia criada depende das experiências já vividas. Por isso, é fundamental oferecer ambientes ricos em possibilidades”, afirma Zilma Galvão, da USP.


O que propor


As crianças ainda se divertem com os brinquedos de encaixar ou no parque, mas na pré-escola ganham destaque os jogos de regras – que exigem cumprimento de normas, concentração e raciocínio – e, principalmente, os simbólicos, em que se assumem papéis. Elas se apropriam dos elementos da realidade e dão a eles novos significados. Por meio da fantasia, aprendem sobre cultura. Ao dar bronca em uma boneca, por exemplo, os pequenos usam frases ouvidas de diálogos de adultos, da TV e, em especial, de livros de histórias. A literatura traz elementos ausentes do cotidiano.


A meninada vai se tornando capaz de interagir com as brincadeiras por um tempo maior e considerar que os outros podem participar também. “No faz-de-conta, acontece algo íntimo que não se deve atropelar. O professor contribui com um gesto, uma palavra ou um brinquedo, mas a turma é livre para aceitar ou não”, explica Zilma.


Uma boa estratégia para enriquecer o brincar é atrair a garotada para espaços diferenciados. O cenário, por si só, avisa a proposta da brincadeira e pressupõe papéis. Depois, com o tempo, o grupo mesmo produzirá outros.
                                 












PROJETO QUEM SOU EU?

Identidade; Família; Conhecimento do corpo, suas partes e sentidos;

PROJETO QUEM SOU EU? ou EU SOU ASSIM...

TURMA: ED.INFANTIL - Período: Fevereiro e Março

Objetivos Geral :Possibilitar que a criança construa a sua identidade e autonomia, por meio das brincadeiras, das interações socioculturais e da vivência de diferentes situações.
Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo e compreender os órgãos dos sentidos .
Identificar os membros de sua família.
Desenvolver a independência, a auto-confiança e a auto-estima.
Participar da organização da rotina diária.

Conteúdo
Estímulo às expressões afetivas para consigo mesma e para com as demais, incentivando-a a se expressar quando desejar manifestar algo (alimentação, proteção, abrigo, carinho, lazer etc.), chamando-a pelo nome, oferecendo-lhe experiências que sejam compartilhadas com as outras.
Reconhecimento progressivo do próprio corpo, de seus limites, singularidades e das diferentes sensações que produz.
Identificação progressiva das pessoas com as quais convive.

QUESTÃO DESENCADEADORA: Criar histórias com fantoches conversando com as crianças sobre a novidade que cada um está vivendo.

MOVIMENTO

Objetivos Específicos
Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo.
Explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações.
Deslocar-se com destreza progressiva no espaço, desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras.


Conteudo
Reconhecimento progressivo de segmentos e elementos do próprio corpo por meio da exploração, das brincadeiras, do uso do espelho e da interação com os outros.
Favorecimento do desenvolvimento das relações espaços temporais e psicomotoras, por meio da organização do espaço estabelecida pela rotina diária.
Exploração de diferentes posturas corporais, como sentar-se em diferentes inclinações, deitar-se em diferentes posições, ficar ereto apoiado na planta dos pés com e sem ajuda, arrastar-se, engatinhar, rolar, andar, correr, saltar etc.

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

Objetivos Específicos
Participar de variadas situações de comunicação oral.
Interessar-se por histórias.
Observar e manusear diferentes materiais impressos.

Conteudo
Estimulação da fala por meio da interação com o outro por: gestos, sinais, objetos, figuras e linguagem corporal.
Conhecimento e reprodução oral de jogos verbais, como: brinquedos cantados, músicas e histórias.

NATUREZA E SOCIEDADE

Objetivos Específicos
Experimentar situações onde possa explorar e conhecer a si mesmo e o mundo, por meio de descobertas e novos desafios.
Explorar o ambiente, manifestando interesse e curiosidade pelo mundo social, natural e cultural.

Conteudo
Participação em atividades que envolvam historias, brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais de sua família e de outros grupos.
Exploração de diferentes objetos, de suas propriedades (som, odor, forma, tamanho, textura, peso, consistência, movimento, temperatura) e de relações simples de causa (a ação da criança) e efeito (a reação do objeto).
Conhecimento do próprio corpo por meio do uso e da exploração de suas habilidades físicas, motoras e perceptivas ( auditiva, visual, tátil, gustativa e olfativa).

MATEMÁTICA

Objetivos Específicos
Explorar objetos em suas diferentes características.

Conteudo
Manipulação e exploração de objetos e brinquedos, em situações organizadas, para que possam sentir e descobrir as características e propriedades principais (textura, peso, consistência, cor, forma, altura, tamanho).
Utilização de objetos para exploração de suas possibilidades associativas (empilhar, rolar, transvasar, encaixar, lançar).

ARTES VISUAIS

Objetivos Específicos
Ampliar o conhecimento de mundo manipulando diferentes objetos e materiais, explorando suas características e propriedades, entrando em contato com formas diversas de expressão artística.
Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos.

Conteudo
Observação e identificação de imagens diversas: pessoas, animais, objetos.
Cuidado com os materiais e trabalhos produzidos individualmente ou coletivamente.

MÚSICA

Objetivos Específicos
Brincar com a música.
Perceber as variações de ritmo através de dança, palmas, instrumentos, corridas, batimentos de mãos e pés e movimentos dirigidos.

Conteudo
Atividades lúdicas como: brincadeiras cantadas, acalantos, brincadeiras com palmas e movimentos corporais.
Exploração de materiais sonoros como: chocalhos, guizos, sinos e brinquedos sonoros.
Brincadeiras com a produção de sons vocais diversos, imitando, criando e se comunicando através da linguagem musical.

ATIVIDADES PREVISTAS:

Conversas na rodinha;
Levantar questionamentos;
Escolher o nome da turma
Observar revistas, materiais concretos, livrinhos de história...;
Atividades, brincadeiras e jogos;
Pinturas diversas;
Ouvir, cantar e dançar diferentes músicas e ritmos;
Experimentar alimentos variados;
Desenho livre;
Histórias;
Músicas;
Criar combinações para o desenvolvimento da rotina;

Anexo das atividades desenvolvidas no projeto Quem sou eu?
Profª Sylvia

Adaptação
Cantar músicas, pintura no chão com trincha e água, bolinha de sabão, folhear revistas, contar histórias, passear pela escola, brincar na graminha.

Organizar um mural com as fotos da família para que a criança tenha um ponto de referência na sala em seu período da adaptação. Colar as fotos das famílias (pedir as fotos para o período de adaptação) que as crianças trouxeram e montar mural. Dispor as crianças sentadas em círculo, no chão da sala de aula, para iniciar uma conversação dirigida sobre a família, através das seguintes perguntas:
- Qual é o nome do papai? Qual é o nome da mamãe?
- Quantas pessoas moram lá em casa?
- Como é o nome do vovô? E da vovó?
- Quantos irmãos você tem?

Para relaxar;
Borboletinha estava cansada
tão cansadinha que resolveu;
Foi pra flor e ficou parada
tão quietinha que adormeceu!
1,2,3 guardei a minha voz:
Zip, zap zup!!

Para trabalhar afetividade.
"Sai, sai, sai jacaré sai dessa lagoa.
Põe uma mão na cabeça,
outra na cintura,
dá um remelexo no corpo,
e dá um abraço no outro."

Minha Identidade
Todo mundo e todas as coisas tem nome. Dispor as crianças sentadas em círculo, no chão da sala de aula, para iniciar uma conversação dirigida. Falar o nome das crianças e dos objetos da sala, incentivando para que eles também repitam os nomes mencionados.
Trabalhar com a caixa surpresa com espelho colado dentro.
Carimbar com guache em folha A3 o pé e a mão.

Vamos cantar músicas que falem os nossos nomes.

BOA TARDE
Bom tarde amiguinho (nome do amigo) como vai?
TUDO BEM.
boa tarde amiguinho (nome do amigo)como vai?
TUDO BEM.
faremos o possível para sermos bons amigos
boa tarde amiguinho (nome do amigo) como vai?
TUDO BEM.

O SAPO NÃO LAVA O PÉ (substitua a palavra sapo pelo nome do aluno)
O sapo não lava o pé,
Não lava porque não quer.
Ele mora lá na lagoa,
Não lava o pé porque não quer
Mas que chulé!

Meu corpo

Vamos cantar músicas que falem das partes do nosso corpo;
FORMIGUINHA!
Fui no mercado comprar café, veio a formiguinha e subiu no meu pé.
E eu sacudi, sacudi, sacudi, mas a formiguinha não parava de subir.
Fui no mercado comprar um giz, veio a formiguinha e subiu no meu nariz,
e eu sacudi, sacudi,sacudi, mas a formiguinha não parava de subir.
Fui no mercado comprar mamão veio a formiguinha e subiu na minha mão,
e eu sacudi, sacudi, sacudi, mas a formiguinha não parava de subir.
Fui no mercado comprar jerimum veio a formiguinha e subiu no meu bumbum,
e eu sacudi, sacudi, sacudi, mas a formiguinha não parava de subir.

Palminhas
Palminhas,palminhas
Nós vamos bater
Depois, as mãozinhas
Pra trás esconder.

Para cima ,pra baixo
pra frente, pra trás
bem forte, bem fraco
pra lá e pra cá.

Os sentidos
Nosso contato com o mundo é feito através dos nossos sentidos. Os 5 sentidos ajudam o nosso corpo a perceber tudo o que nos rodeia. Vamos conhecer um pouco mais sobre cada um deles?
Tudo que sentimos com o nariz fica sob responsabilidade do olfato. O cheirinho de terra depois da chuva, o bolo assando no forno, o cheiro do remédio e muitos outros.
É tudo que enxergamos: as cores, as distâncias, os tamanhos, os livros e as histórias ficam por conta dos nossos olhos.
Tudo que ouvimos: a música, os passarinhos, o cachorro latindo, o caminhão passando na rua, a mamãe chamando pra vir almoçar, etc.
É tudo que podemos tocar com as mãos e com a pele. É com o tato que sentimos se algo é áspero ou liso, duro ou macio, quente ou frio.
É responsável por todos os gostos que sentimos pela boca, através da língua. O doce, o salgado, o amargo, o picante, se está frio ou quente.

Trabalhar o saco surpresa com objetos de vários tamanhos, texturas e formas diferentes estimulando a percepção e observação.

Música dos sentidos (melodia Terezinha de Jesus)
Meus olhinhos são pra ver,
Meu nariz para cheirar,
minha boca para comer
Meus ouvidos para escutar.
Completando os sentidos
Tenho as mãos para pegar
E os bracinhos bem compridos,
Pro amigo eu abraçar.



 Para o dia do INDIO.












- Materiais: 10 palitos (pás de sorvete), hidrocor, saco de papel (material por criança).
- Como fazer: Contar a história e preparar os 10 indiozinhos. Cada criança pega 10 palitos, conta e numera. Do outro lado, desenha um rosto em cada palito. O saco de papel será a “oca”, desenha a oca na frente do saco. Deixar o saco aberto na hora da brincadeira. Ao cantar cada estrofe, a criança guarda um indiozinho dentro da oca, ao contar deve apontar cada indiozinho que ficou do lado de fora (correspondência biunívoca).

Era uma vez dez indiozinhos que gostavam de passear pela floresta. Quando voltavam para casa, entrava um de cada vez. Eles contavam quem ficava do lado de fora assim: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10. E cantavam assim:

Dez indiozinhos andando sem parar
Um entrou em sua casa...
Quantos faltam para entrar?
Contando: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.

Nove indiozinhos andando sem parar
Um entrou em sua casa...
Quantos faltam para entrar?
Contando: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8.

Oito indiozinhos andando sem parar
Um entrou em sua casa...
Quantos faltam para entrar?
Contando: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7.

(... da mesma forma até o último, sempre tirando um)

Um indiozinho andando sem parar
Ele entrou em sua casa...
Quantos faltam para entrar?
Nenhum.









É mais fácil construir crianças fortes do que reconstruir adultos quebrados”

A importância do professor no desenvolvimento infantil e na formação do caráter da criança.

A chegada do século XXI era o almejo da humanidade. Não sabíamos que chegaríamos
a ele, mas ele chegou a nós.
Os homens que viveram as décadas anteriores
são os homens do nosso presente, e questionamos suas posições ante a
educação, a saúde, a fé, a solidariedade e a família, sendo o papel desta última
o grande questionamento na sociedade atual. Como tem sido a estruturação
familiar hoje em dia? Qual o papel da família na formação do indivíduo? Que
educação de base as crianças deste século estão tendo na escola, onde muitas
famílias acreditam estar a salvação ou o remédio para sanar a dor dessas crianças
abandonadas pelo limite?

Hoje, o excesso de razão tem feito com que os pais não tenham
a convicção da correção. Psicólogos desse novo século
trazem em suas teorias o trauma da correção, afirmando
que ela, em muitos casos, pode impedir o desenvolvimento
da independência da criança, tornando-a insegura. Os pais
passam a questionar sobre o momento certo para tal correção
acontecer e se perdem no caleidoscópio de regras.
Quem transforma, hoje, as crianças em verdadeiros vencedores?
Quem são os heróis e exemplos dessas crianças,
que clamam por socorro? Quando essas crianças, na escola,
batem em um colega ou cometem pequenas infrações, será
que elas não estão gritando para serem vistas ou ouvidas e
esperam que alguém diga: “Basta!”?

Infelizmente, chegamos a um momento em que deixamos a
educação ser fanada por passeios em shoppings, no Google,
no UOL e em tantos outros sites que substituem os pais,
sites estes que têm sido o livro de ética entre as crianças e
os adolescentes do mundo atual.
E pergunto: o que os pais
e educadores têm a dizer? O título do clássico do cinema
americano Assim Caminha a Humanidade tem sido a desculpa
mais comum entre muitos, porque, muitas vezes, eles
mesmos desconhecem onde cometeram os primeiros erros.
Cometem-se os primeiros erros quando se canta e se acha
engraçado crianças cantando melodias de fácil assimilação
que denigrem a imagem do outro. Peca-se quando se permite
que os meios de comunicação dialoguem mais com os
filhos do que os próprios pais, pois, na maioria do tempo,
estes estão simultaneamente presentes e ausentes. Será que
o limite e a repreensão agora não evitarão a mala de um
camburão no futuro? Estuda-se tanto para criar estratégias
educativas relacionadas ao limite da criança, porém, no
exato momento de colocá-las em prática, pais e educadores
não conseguem. Será que, entre os pais e educadores — educadores
porque, em muitos momentos, são também os responsáveis
por esse limite —, não existe a teoria do espelho?
Seria possível ensinar uma criança a escovar os dentes apenas
dizendo como se faz? Será que esses pais e educadores,
inflados pelo excesso de informação sobre o assunto, seriam
capazes de impor limites a essas crianças se muitos deles
não os tiveram?

Houve décadas na nossa história que foram de suma importância:
as décadas de 1960 e 1970 até meados dos anos 1980.
as essas décadas foram responsáveis pelo dilaceramento
da família. No auge das transformações sociais, quando a
principal regra era quebrar as regras impostas pela ditadura
militar, a família foi dilacerada. Ganharam-se algumas
coisas, mas se perderam os filhos. Os pais daquela época
são os filhos e avós de hoje. Houve uma mudança de comportamento
e uma inversão de respeito e valores. Tudo que
uma regra familiar, como pedir a bênção ou informar
para onde se está indo aos pais, transformou-se em algo
retrógrado. O não que era para ser dito ao autoritarismo da
ditadura passou a ser dito aos pais. A mudança na moda,
a aceitação dos excluídos, a nivelação social, os hippies, o
topless, as drogas, tudo isso transformou a atitude e o comportamento
dos filhos. Infelizmente não entenderam que a
liberdade pela qual lutavam era a liberdade do respeito ao
outro.
O não é tão importante na imposição do limite como
o dar de mamar, que cria a defesa imunológica. O não de
hoje com certeza fará um adulto forte no futuro.
Aprender a receber um não ensinará a criança que a vida
nem sempre lhe dirá um sim, evitando frustrações. Aprender
a receber um não é aprender a dizê-lo também. A criança
que aprende a receber um não também o dirá às drogas, ao
álcool, ao sexo prematuro — evitando tornar-se um adulto
ninfomaníaco —; dirá não aos pequenos furtos, à desonestidade,
à falta de respeito, à mentira. Dirá não a tudo que
tentar substituir os pais.
O problema é que ser pai é muito mais do que apenas
ser “bonzinho” com os filhos. Ser pai é ter uma função
e responsabilidades sociais perante nossos próprios filhos
e a sociedade também.
Portanto, quando decido
negar uma roupa a mais a um filho, mesmo podendo
comprar e sofrendo por dizer-lhe “não”, porque ele já
tem outras dez ou vinte, estou ensinando que existe
um limite para ter. Estou, indiretamente, valorizando
o ser [...]. Porque, para ter tudo na vida quando
adulto, fatalmente ele terá que ser um indivíduo extremamente
competitivo e provavelmente com muita
“flexibilidade” ética. Caso contrário, como conseguir
tudo? Como aceitar qualquer derrota, qualquer “não”,
se nunca lhe fizeram crer que isso é até normal? ( ZAGURY,
Tania. Os Direitos dos Pais: Construindo Cidadãos
em Tempos de Crise. p. 31–32).
São sempre necessários os momentos quase únicos durante
a semana ou os finais de semana, como comer sempre à
mesa, falar do dia de trabalho, dos amigos da escola dos
seus filhos. As relações interpessoais são de fundamental
importância. Os pais têm de lembrar que ordem dada é ordem
jamais tirada, independentemente de quem a tenha
dado. Há crianças que são criadas por tios, babás e avós,
e a presença dos pais é motivo para os conflitos familiares,
com eles sempre lembrando: “O filho é meu, é a mim que
ele tem de obedecer”.
O que chamamos de falta de limite nada mais é do que uma
forma de dizer “Olhem pra mim, estou aqui, me socorram”.
As crianças pedem socorro, os adolescentes clamam. As
crianças não precisam de manual para ser compreendidas,
precisam de pais compromissados. Os pais precisam saber
que há uma enorme diferença entre criar e educar. Crianças
educadas são fortes emocional e fisicamente, crianças criadas
são apenas fortes fisicamente e gastam essa energia de
forma errônea. 
 O adulto problemático de hoje foi a criança sem limite
do passado; o péssimo pai de hoje foi a criança que não
viu um gesto de perdão entre os pais; o adulto que vemos
hoje em CPIs, envolvido em casos do mensalão, com certeza
foi uma criança sem limite. O narcisismo nas academias, as
cirurgias plásticas, os silicones são formas de aquela criança
que pedia socorro ser vista e amada. O lar conflituoso fará
adultos conflitantes consigo mesmos.

Limitar é ensinar a tolerar frustrações. É prevenir para
que, no futuro, uma dificuldade qualquer não se transforme
em uma barreira intransponível.
Limitar é ensinar que todos temos direitos, mas deveres
também. Limitar é mostrar que o outro também
deve ser considerado quando nos decidimos a agir, que
nunca devemos pensar apenas em nós mesmos, mas,
sim, compreender que vivemos em grupo — ou seja,
convivemos. É, antes de tudo, preparar nossos filhos
para o exercício da cidadania. É, pois, uma parte importante
do trabalho educacional da família. Um pai e
uma mãe conscientes não se deixam levar pelo medo do
que está acontecendo por aí afora; ao contrário, tudo o
que acontece na sociedade deve servir de base para encontros
e conversas com os nossos filhos. E, finalmente,
dar limites é dar responsabilidade, o que implica tornar
nossos filhos, mais cedo, adultos responsáveis (ZAGURY,
Tania. Encurtando a Adolescência. p. 45).
Os limites dados à criança diminuiriam, com certeza, os
problemas de incesto, divórcio, falta de compromisso com
as dívidas a serem pagas, o limite nos cartões de crédito, a
violência no trânsito, os casos de crimes passionais, a falta
de respeito ao outro, e, sem sombra de dúvida, os divãs ficariam
solitários, e os presídios como meio de reeducação
deixariam de ser o lar daqueles que foram órfãos de pais
vivos.
Então, se o desejo da sociedade é construir homens fortes,
precisamos rever nossos conceitos educacionais e travar
uma batalha contra essa invasão inovadora da modernidade
— em que tudo parece ser normal.  Os pais estão perdendo os
filhos para um fantasma que os assombra por muito tempo,
e eles não sabem como exorcizá-lo: o fantasma da ausência.
O mundo acelerado exige que se trabalhe cada vez mais
para que os filhos possam ter mais. Porém, será que apenas
isso os satisfaz? Será que não seria muito mais significativo
para uma criança uma conversa ao pé da cama ou um beijo
de boa-noite do que um celular novo? Será que uma visita
repentina à escola não faria mais efeito do que o comparecimento
na festa de final de ano? Existem educadores que
nunca viram os pais dos seus alunos. A escola passou a ser
um orfanato.
Os complexos dos adolescentes e adultos — baixa autoestima;
a insegurança para dar os primeiros passos, escolher
uma profissão, mudar de emprego; ou até mesmo fáceis tarefas
como escolher uma roupa — serão sempre reflexo da
infância sem limite. Quando percebermos que a solução para
esses conflitos é o seio de uma família bem alicerçada pelo
respeito, pelo amor e pelo afeto ao próximo, grandes conflitos
mundiais serão solucionados, porque todos eles são de
ordem pessoal. Será difícil construir uma rocha, mas colher
migalhas perdidas no caminho será sempre impossível.

Referências Bibliográficas
ZAGURY, Tania. Encurtando a Adolescência. 10. ed. Rio de Janeiro:
Record, 2004.

Os Direitos dos Pais: Construindo Cidadãos em Tempos
de Crise. 8. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004.













Avaliação na Educação Infantil: o portfólio

Vamos desmistificar o portfólio na Educação Infantil.

Pensar que ele pode representar um mapa que mostra o universo de cada criança, o resgate de todo um trabalho metodológico que permeia o aprendizado desenvolvido na sua especificidade, com ênfase na oralidade, na literatura infantil (contação de história), explorando atividades que envolvam o lúdico, o imaginário, a música, o teatro, as inteligências múltiplas e a criatividade existente em cada passo da criança aprendiz.
Navegar é preciso, educar não é preciso. A precisão na educação é relativa, o tempo de cada criança depende do seu relógio cronológico, do seu momento, das suas descobertas e dos estímulos pedagógicos que o educador pode e deve oferecer.
O portfólio na Educação Infantil é um caminho mapeado pelo desejo de formar, formar para a vida, para a cidadania, envolvendo educador e educando, descobrindo a diversidade implícita em cada um, respeitando as diferenças, garantindo um relatório fidedigno e coerente para o final de cada bimestre pedagógico e assegurando uma ampla análise e reflexão sobre o perfil do educando.


A dualidade que envolve o processo de avaliação traz um novo olhar, uma nova percepção do que devemos refletir pedagogicamente sobre o conceito de avaliar. De acordo com Rebeca Edmiaston (2004), “Tal processo pode ser definido como um processo pelo qual podemos observar, documentar e interpretar o que as crianças sabem, o que fazem, como raciocinam e como as atividades e as práticas da sala de aula facilitam ou impedem sua aprendizagem”.

A aplicabilidade do portfólio na Educação Infantil permite ao educador um reconhecimento do nível de aprendizagem do educando, a partir do momento em que se faz e refaz uma atividade em uma perspectiva construtivista, voltada para uma análise qualitativa, possibilitando ao educando um despertar da sua curiosidade, acompanhando seu desenvolvimento e embarcando na ampliação do desejo do outro, que sonha com voos vazantes no mundo mágico das fantasias infantis. Devemos encorajar as descobertas e a construção do seu conhecimento, motivando-o pelo desejo de aprender, descobrindo modalidades de aprendizagem, trabalhando as questões motora, visual e cognitiva, numa proposta inovadora, diferenciada e comprometida com a produção do conhecimento do educando. Como afirmaram Elizabeth Shores e Cathy Grase (2001), “A avaliação baseada em portfólio pode e deve concentrar a atenção de todos (das crianças, dos professores e dos familiares) nas tarefas importantes do aprendizado O processo pode estimular o questionamento, a discussão, a suposição, a proposição, a análise e a reflexão”.

O dia a dia na sala da Educação Infantil é revivido por um aprendizado compartilhado entre o educador e o educando, com jogos, brincadeiras, interpretação e reconto das histórias infantis (contos de fadas). Sabemos que essa prática é determinante para os educandos nessa etapa. Aguçar a leitura e sua interpretação será uma das prioridades na abertura de janelas e portas para o mundo do conhecimento, o primeiro passo para as descobertas de uma viagem sem fim no mundo encantado das letras, o início da alfabetização e do letramento.

Entendemos, enquanto conceito, que o portfólio na Educação Infantil também possibilita identificar quais os reais objetivos da aprendizagem, quais foram cumpridos e quais não foram alcançados. Ele se apresenta em três modelos: particular, de aprendizagem e demonstrativo.

• Portfólio particular é aquele que guarda informações pessoais do educando, incluindo dados sigilosos, e fica reservado na secretaria da instituição.

• Portfólio de aprendizagem (processo-fólio) é aquele que apresenta toda a coleção de atividades do educando, sua trajetória bimestral, o resultado de um processo de construção de conhecimento, realizado e analisado em três vias a cada bimestre.

• Portfólio demonstrativo é o resultado de algumas das atividades catalogadas, com grande relevância para o processo de transição do educando, e que é encaminhado para o educador que vai trabalhar com ele no ano seguinte.

O portfólio na Educação Infantil é construído (montado) em uma pasta transparente, com plásticos, cujo objetivo é anexar as atividades diversas, como recortes, colagem, fotos, atividades desenvolvidas através da linguagem oral e escrita, pictórica, matemática, todas comprometidas com o tema que está sendo trabalhado no bimestre. Esse instrumento também tem sido um dos mais utilizados pela Pedagogia Construtivista devido ao seu caráter reflexivo e dinâmico, proporcionando ao educador uma reflexão crítica sobre o material coletado e uma avaliação processual, numa perspectiva mais ampla do saber, da qualidade e construção desse saber, da forma de pensamento que caracteriza o educando. 

As autoras Elizabeth Shores e Cathy Grase apresentam um processo de montagem na construção do portfólio em dez passos; com certeza, eles facilitarão sua prática pedagógica dando uma melhor compreensão do conceito de portfólio, favorecendo sua aplicação e sua avaliação.

São eles:
• Estabelecer uma política para o portfólio.

• Coletar amostras de trabalhos.

• Tirar fotografias.

• Conduzir consultas aos Diários de Aprendizagem.

• Fazer entrevistas.

• Efetuar registros sistemáticos.

• Realizar registros de casos.

• Preparar relatórios narrativos.

• Conduzir reuniões de análise de portfólio em três vias.

• Usar portfólios em situações de transição.

Sobre os dez passos apresentados pelas autoras, acreditamos que cada item possui a sua devida importância, mas acrescentamos que a parceria entre os três níveis (educador, educando e família) é aspecto fundamental para confirmação do processo transformador da avaliação na Educação Infantil, favorecendo o trabalho coletivo vivenciado lado a lado na parceria com uma “nova” meta de ensino-aprendizagem.

A proposta de apresentar o portfólio em três vias, ou seja, o encontro entre o educador, o educando e a família em reunião de análise e reflexão do portfólio é um momento pedagógico que caracteriza um dos passos de maior relevância para o desenvolvimento cognitivo do educando. A apresentação do portfólio em três vias tem um objetivo maior: a apreciação da produção do educando, com atividades construídas e reconstruídas, demonstrando o crescimento pedagógico alcançado por ele de forma gradativa. Desenvolve-se, assim, um patamar de oportunidades e descobertas que vão estimular sua aprendizagem através de cada vivência, motivando-o a um novo refazer, aumentando sua autoestima e contribuindo para uma reflexão significativa, dando início ao compromisso e à autonomia do educando. Essa prática será de grande valia para desabrochá-lo nas questões cognitivas que estão latentes na sua formação.

O educador também terá a oportunidade de refletir sobre sua prática pedagógica, fazendo uma autoavaliação sobre em que momento deverá retomar as atividades de insucesso que porventura surgirem no seu grupo de trabalho. Como redimensionar os problemas de aprendizagem para melhor contribuir com o educando e como fazer da sua prática docente um caminho permanente de aprendizagem.

A pesquisadora Kátia Stocco Smole, estudiosa da Teoria das Inteligências Múltiplas, de Horward Gardner (1994), relata que esse instrumento é também denominado de processo-fólio e reflete a crença de que os estudantes aprendem melhor, e de uma forma mais integral, a partir de um compromisso com as atividades que acontecem durante um período de tempo significativo e que se constrói sobre conexões naturais com os conhecimentos escolares.

A observação também é fundamental na avaliação da Educação Infantil, ou seja, em qualquer processo avaliativo. A observação individual ou do grupo vai possibilitar ao educador um amplo conhecimento do educando, o que, atrelado à reflexão e análise deste, trará uma grande riqueza de informações que vão diagnosticar as questões de aprendizagem que poderão interferir de ordem positiva ou negativa (sucesso ou insucesso), permitindo uma intervenção qualitativa no processo de ensino-aprendizagem do educando. Ainda acrescentamos que a observação individual do educando possibilita o seu conhecimento, privilegiando uma visão panorâmica da sua socialização no grupo, do seu desempenho físico, da sua produção intelectual, das abordagens que envolvem as inteligências múltiplas, numa perspectiva pedagógica, social e psicológica, não deixando de privilegiar a parceria com a família e todo um trabalho minuciosamente registrado e catalogado com um objetivo maior: avaliar o educando dentro de uma proposta construtivista.

O registro faz parte desse processo. Registrar todas as ocorrências, resgatar o que foi perdido, repensar o que não foi compreendido pelo educando e encontrar estratégias de aprendizagem são questões que, só através do registro diário, possibilitarão ao educador refazer sua prática pedagógica. Também irão definir o perfil do educando de acordo com o registro de suas habilidades nas atividades solicitadas. É função do educador fazer uso do registro em todo o processo de montagem para o portfólio, sendo uma recomendação de grande ajuda na sua concretização. O registro é a fonte, é o seu arquivo, é a base de um processo que permitirá a escrita de um relatório final fiel à produção do portfólio.

Contudo, fez-se jus do conceito de Hernández (2000), que referencia o portfólio como:

[...] um continente de diferentes tipos de documento (anotações pessoais, experiências de aula, trabalhos pontuais, controles de aprendizagem, conexões com outros temas fora da escola, representações visuais, etc.) que proporciona evidências do conhecimento que foi sendo construído, das estratégias utilizadas para aprender e da disposição de quem o elabora para continuar aprendendo.
Apresentamos o portfólio como o verdadeiro caminho da aprendizagem para uma Educação que prioriza a qualidade, sem rótulos, sem preconceitos, sem camuflagem, com compromisso de cooperação, respeito mútuo e afetividade,firmado entre educador, educando e família. A reflexão e a interpretação das abordagens em sala de aula são o espelho das atitudes do educando. Sua percepção analítica vai identificar como ele está raciocinando e construindo o seu conhecimento. O portfólio ainda é um recurso de maior fidelidade avaliativa. O educador que vivencia a avaliação enquanto processo, com certeza, fará desse recurso mais um aprendizado, trazendo grande contribuição ao processo de ensino-aprendizagem.

Sendo o construtivismo coadjuvante neste artigo, cabe acrescentar que o conhecimento se dá a partir de uma construção, e nunca como um produto pronto e acabado, é na ação-reflexão-ação que desenvolvemos o processo de ensino-aprendizagem, com metodologias favoráveis ao contexto do cotidiano escolar, gestando competências e exacerbando o desejo imenso de criar, produzir e agir diante da construção do conhecimento.

Em suma, é determinante para o educador, enquanto facilitador das questões pertinentes ao renascer de mais um aprendiz, permitir ao educando sua parcela de curiosidade, estimulando-o a perguntar, indagar, criticar e construir seu conhecimento em parceria com o educador. Acreditamos piamente que só será possível exercitar todo o processo se, realmente, for selado um compromisso entre educador e educando no sistema de avaliação processual, avaliação que prima pela qualidade através de momentos de satisfação, prazer, curiosidade de querer saber; logo, querer aprender.

Referências Bibliográficas

FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. Trad. Sara C. Lima, Maria do N. Paro. São Paulo: Cortez, 2001.

DEVRIES, Rheta. O Currículo Construtivista na Educação Infantil: Práticas e Atividades. Porto Alegre: Artmed, 2004.

HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura Visual, Mudança Educativa e Projeto de Trabalho. Trad. Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artmed, 2000.

HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e Mudança na Educação: os Projetos de Trabalho. Trad. Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artmed, 1998.

SHORES, Elizabeth & GRACE, Cathy. Manual de Portfólio: um Guia Passo a Passo para o Professor. Porto Alegre: Artmed, 2001.

SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A Matemática na Educação Infantil: a Teoria das Inteligências Múltiplas na Prática Escolar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.





Para quem vai fazer o concurso da EI no municipio,vale a pena estudar!! 
Concepções de infância
Na sociedade medieval o sentimento de infância não existia. Isto não quer dizer que as crianças fossem negligenciadas ou abandonadas.

O sentimento de infância não significa o mesmo que afeição pelas crianças. O sentimento de infância corresponde à uma consciência da particularidade infantil, particularidade esta que destingue essencialmente a criança do adulto. Esta consciência é que não existia.

Devido a esta não consciência, assim que a criança não mais exigia os cuidados constantes de sua mãe ou ama, ela ingressara na sociedade dos adultos e não se distinguia mais destes.

As crianças muito pequenas "não contavam", até porque nessa fase da vida as crianças "lutavam" contra o alto índice de mortalidade causado por inúmeros fatores (sendo o de ordem higiênica o principal). A sobrevivência das crianças pequenas era difícil e, caso sobrevivessem a este período, elas eram confundidas com os adultos.

No século XVI, surgiu um novo sentimento de infância. A criança por sua ingenuidade, gentileza, inocência e graça tornou-se uma fonte de relaxamento e distração para o adulto. Este sentimento é a "paparicação", e se originou no seio da família.

O segundo sentimento de infância, ao contrário do primeiro "paparicação", proveio de uma fonte exterior à família: dos eclesiásticos ou dos homens da lei e de um maior número de moralistas, no século XVII.

É entre estes moralistas e educadores do século XVII que vemos formar-se este outro sentimento de infância que inspirou toda a educação até o século XX, tanto na cidade como no campo, na burguesia como no povo.

Os moralistas preocupados com a disciplina e a racionalidade dos costumes, haviam se tornado sensíveis ao fenômeno outrora negligenciado da infância e recusavam-se a considerar as crianças como brinquedos encantadores.

O apego à infância e à sua particularidade não se exprimia através da distração e da brincadeira mas através de interesse psicológico e da preocupação moral.

Era preciso ao mesmo tempo preservar e disciplinar. Este sentimento de infância denominou-se "moralização".


Os precursores da educação pré-escolar 
No século XVII, João Amós Comenius (1592 - 1670), educador tcheco, salientou a importância da educação formal de crianças pequenas e preconizou a criação de escolas maternais por toda parte.

As crianças teriam assim a oportunidade, desde os primeiros anos, de adquirir noções elementares de todas as ciências que estudariam mais tarde.

A idéia de educar crianças menores de 6 anos, de diferentes condições sociais foi tratada por Comenuis no seu livro The School of Infancy (1628).

Neste livro o autor propunha um nível de ensino que era o "papel da mãe" (mother's lap). Comenius defendia a idéia de que a aprendizagem se iniciava pelos sentidos.

Assim, impressões sensoriais advindas da experiência com objetos seriam internalizados e, futuramente, interpretadas pela razão.

Daí sua defesa de que a educação de crianças pequenas deveria utilizar materiais e atividades diferentes - passeios, quadros, modelos e coisas reais - segundo suas idades, de modo a auxiliá-las no futuro a fazer aprendizagens abstratas.

Comenius fez, num dos capítulos de sua Didática Magna, uma lista de tudo o que se deveria conhecer, que nada mais era do que um programa para a educação pré-escolar.

Além da Didática Magna, sua obra máxima, Comenius escreveu um livro dedicado às mães (O Informador da Escola Moderna) e, também um livro de gravuras para crianças.


A importância de Rousseau e Pestalozzi para a educação pré-escolar 
Jean Jaques Rousseau (1712 - 1778), filósofo do século XVIII, teve enorme influência na educação e pode ser considerado um dos precursores da educação pré-escolar. Até a sua época, a criança era considerada um adulto em miniatura.

Foi Rousseau quem "descobriu" a infância, fazendo com que se passasse a pensar na criança como ser com idéias próprias, diferentes das do adulto.

Suas concepções de educação junto à natureza, de atividade do aluno, de liberdade, são conceitos que perduram até hoje.

Johann Heinrich Pestalozzi (1746 - 1827) propôs modificações nos métodos de ensino, particularmente os usados na escola elementar.

Pestalozzi defendia que a educação deveria ocorrer em um ambiente o mais natural possível, sob um clima de disciplina e amor.* Para quem fará o concurso de EI, vale a pena estudar.

Concepções de infância
Na sociedade medieval o sentimento de infância não existia. Isto não quer dizer que as crianças fossem negligenciadas ou abandonadas.

O sentimento de infância não significa o mesmo que afeição pelas crianças. O sentimento de infância corresponde à uma consciência da particularidade infantil, particularidade esta que destingue essencialmente a criança do adulto. A importância de Rousseau e Pestalozzi para a educação pré-escolar 
Jean Jaques Rousseau (1712 - 1778), filósofo do século XVIII, teve enorme influência na educação e pode ser considerado um dos precursores da educação pré-escolar. Até a sua época, a criança era considerada um adulto em miniatura.

Foi Rousseau quem "descobriu" a infância, fazendo com que se passasse a pensar na criança como ser com idéias próprias, diferentes das do adulto.

Suas concepções de educação junto à natureza, de atividade do aluno, de liberdade, são conceitos que perduram até hoje.

Johann Heinrich Pestalozzi (1746 - 1827) propôs modificações nos métodos de ensino, particularmente os usados na escola elementar.

Pestalozzi defendia que a educação deveria ocorrer em um ambiente o mais natural possível, sob um clima de disciplina e amor.

Também preocupado com a idéia de educação pelos sentidos, Pestalozzi propunha para as crianças atividades de Música, Artes, Geografia, Aritmética e muitas atividades de linguagem oral além do contato com a natureza.

A origem dos jardins de infância
Friedrich Frobel (1782 - 18520, foi o educador que propôs a criação dos jardins de infância (Kindergarten).

De início, Frobel chamou-os de "viveiros infantis" pois considerava as crianças plantinhas tenras que deveriam ser cuidadas com carinho.

Nos jardins de infância, as crianças consideradas como pequenas sementes (que adubadas e expostas à condições favoráveis em seu meio ambiente desabrocham em um clima de amor, simpatia e encorajamento) estariam livres para aprender sobre si mesmos e sobre o mundo.


Frobel e a educação
Em seu livro "A Educação do Homem", Frobel nos diz que a educação é o processo pelo qual o indivíduo desenvolve a condição humana, autoconsciente, com todos os seus poderes funcionando completa e harmonicamente em relação à natureza e à sociedade.

O jardim de infância era assim concebido como um todo, onde cada pessoa seria, ao mesmo tempo, uma unidade em si mesmo e parte daquele todo.


Tendências pedagógicas predominantes na educação infantil no Brasil
Três tendências são predominantes, hoje, no Brasil, em programas educacionais dirigidos à crianças menores de 6 anos: a tendência romântica, a tendência cognitiva e a tendência crítica.


A tendência romântica e seus principais representantes
A tendência romântica se identifica com o próprio surgimento da educação pré-escolar. Nasce no século XVIII, num contexto em que os princípios do liberalismo, no plano filosófico, as profundas modificações na organização da sociedade, no plano social e, ainda, as progressivas descobertas na área do desenvolvimento infantil geram intensos questionamentos à chamada escola tradicional.

Tais questionamentos lançam os fundamentos da Escola Nova, movimento que irá se aprofundar nos séculos XIX e XX. Várias metodologias têm origem nesse movimento, tendo algumas delas exercido forte influência no ensino brasileiro, em particular na educação pré-escolar.

Os principais representantes desta tendência romântica são Frobel, Decroly e Montessori.

Defende-se o desenvolvimento natural da criança, porém, não vê a criança como historicamente situada. Acredita-se que a criança é como uma flor, basta regá-la para que desabroche.





Princípios básicos da Escola Nova


Como princípios básicos da Escola Nova destacam-se: a valorização dos interesses e necessidades da criança; a defesa da idéia do desenvolvimento natural; a ênfase no caráter lúdico das atividades infantis; a crítica à escola tradicional (porque os objetivos desta estão colocados na aquisição mecânica de conteúdos) e a conseqüente prioridade dada pelos escolanovistas ao processo de aprendizagem.




Princípios fundamentais de Frobel, Decroly e Montessori


Frobel defendia a idéia de evolução natural da criança e enfatizava a importância do simbolismo infantil.


Sua proposta pode ser caracterizada como um "currículo por atividades" onde o caráter lúdico é o determinante da aprendizagem da criança.


Decroly (1871 - 1932) destaca o caráter global da atividade infantil e a função da globalização do ensino.


Como pressuposto básico postulava que a necessidade gera o interesse, verdadeiro móvel em direção ao conhecimento.


Desse pressuposto deriva sua proposta pedagógica de organizar a escola em "centros de interesse", onde a criança passa por três momentos: o da observação (origem do estudo das ciências naturais), o da associação no tempo e no espaço (da qual derivam a história e a geografia) e a expressão (em que se trabalha o grafismo e a linguagem).


Para Decroly, "a sala de aula está em toda parte" e o tempo de duração de cada centro de interesse deve ser flexível, orientado de acordo com os interesses, o desenvolvimento e a necessidade infantis.


Os princípios do método montessoriano (Maria Montessori 1870 - 1952) apoiam-se na construção da personalidade através do trabalho, no rítmo próprio, na liberdade, na ordem, no respeito e na normalização (autodisciplina).


Destes princípios derivam as diretrizes metodológicas de Montessori que se fundamentam na importância da escola ativa; na visão de que a criança absorve o meio; na noção do silêncio e autocontrole (de si, das coisas, enfim, do respeito pelos outros), na modificação e adaptação do mobiliário às crianças e na utilização de materiais específicos que visam promover a aprendizagem nas diferentes áreas ( sensorial, vida prática, linguagem, matemática, etc...).


Na concepção do método Montessori, esses materiais são autocorretivos, graduados e devem ser explorados segundo a "ligação dos três tempos" (informação, reconhecimento, fixação do vocabulário).


Tendência cognitiva em educação

A tendência cognitiva tem em Jean Piaget e em seus discípulos os seus maiores representantes.

Na tendência cognitiva, a criança é entendida como sujeito que pensa e a pré-escola é vista como o lugar que deve favorecer o desenvolvimento cognitivo.


A educação na visão piagetiana

A educação na visão piagetiana deve possibilitar à criança o desenvolvimento amplo e dinâmico desde o período sensório-motor até o operatório abstrato.

A escola deve assim, levar em consideração os esquemas de assimilação da criança (partir deles), favorecendo a realização de atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios ("conflitos cognitivos") e reequilibração sucessivas, promovendo a descoberta do conhecimento.

Na construção de conhecimentos, as hipóteses infantis combinam-se às informações provenientes do meio, já que o conhecimento não é só espontâneo (por um lado) nem transmitido pelo meio e/ou pelo adulto mecanicamente (por outro). O conhecimento é o resultado da interação, onde o sujeito é sempre ativo.

Os princípios objetivos da educação pigetiana consistem na formação de sujeitos criativos, inventivos, descobridores, críticos, ativos, constituidores de sua autonomia.


A teoria de Piaget na pré-escola 

Partindo-se do princípio de que Piaget não propôs um método de ensino mas, ao contrário, elaborou uma teoria do conhecimento, algumas implicações de seus estudos para a prática da educação infantil merecem destaque, a saber: tudo começa pela ação; toda atividade deve ser representada; a escola deve sempre promover a realização de atividades em grupo; a organização é adquirida através da atividade; o professor é o desafiador das crianças; é essencial em clima de expectativas positivas em relação às crianças e o currículo da pré-escola deve integrar as diferentes áreas do conhecimento. O eixo central do currículo são as atividades.

No Brasil, os trabalhos de Piaget foram difundidos, principalmente, na década de 70. Várias foram as propostas curriculares implementadas nos sistemas públicos de ensino, tendo como base o referencial piagetiano.


A criança, a educação, a escola e o mundo e a concepção de Freinet 

Freinet considera imprescindível à vida o tateamento experimental, tranformando as experiências bem sucedidas em "regras de vida".

Para ele a personalidade se constrói no confronto com o mundo e com os outros homens que, ora se apresentam como recursos, ora como barreiras.

Na sua concepção, a sociedade é constituída de contradições entre os interesses antagônicos das classes sociais nela existentes. Contradições essas que penetram em todos os aspectos da vida social, inclusive e, principalmente, na escola.

O movimento pedagógico por ele fundado pode ser caracterizado por uma dimensão social, onde a escola deve estar centrada na criança que não é concebida como um indivíduo isolado e sim, como um ser social, isto é, a criança é concebida como um ser com direitos e deveres, inserida em um contexto político - econômico - histórico.

Freinet construiu uma pedagogia (não criou um método fechado) sustentado em técnicas com base na experimentação e documentação visando favorecer o conhecimento e desenvolvimento dos métodos naturais de linguagem (desenho, escrita, gramática), da matemática, das ciências naturais e das ciências sociais.

Para este educador, a aquisição do conhecimento deve ser significativa e prazerosa, para tanto considera de fundamental importância a disponibilidade de materiais, o espaço físico e a organização das salas e dos trabalhos pedagógicos. Torna-se imprescindível também a avaliação ser entendida em três níveis: individual, cooperativa e a feita pelo professor.

Os conceitos de creche, pré-escola e educação infantil

As discussões sobre os programas educacionais dirigidos às crianças menores de 6 anos, seu currículo, a formação de seus profissionais, sua legislação etc... vem de uns tempos para cá sofrendo uma revisão, revisão esta que se estende também a sua denominação. Não mais creche e pré -escola mas educação infantil.

A palavra creche, de origem francesa, quer dizer berço. E, neste sentido, subtende-se a idéia de guardar, de cuidar.

Com relação às pré-escolas, encontramos diferentes posicionamentos, isto é, uns consideram que a pré-escola não é capaz de oferecer qualquer benefício à escolaridade posterior. Outros, porém, defendem a educação pré-escolar como forma de prevenir os problemas e fracassos da 1ª série, propondo intensa preparação, principalmente, através do treinamento de habilidades e da formação de hábitos e atitudes.

Como podemos concluir, os primeiros desconfiam da pré-escola, os segundos acham que ela tem um grande poder.

Além desses, há os que atribuem à pré-escola o papel de promover o desenvolvimento global da criança, retirando dela o seu caráter preparatório e encarando a pré-escola como tendo apenas objetivos em si mesma, independente de sua vinculação com a escola de 1º grau.

Atualmente, o termo educação infantil, designa o trabalho realizado em instituições que atendem as crianças de 0 a 6 anos, sejam creches ou escolas.

O que vale ressaltar, é que nas instituições de educação infantil não cabe a idéia do "cuidar" nem a idéia do "caráter preparatório ou propedêutico" nem da "importância em e por si mesma".

O papel social das instituições de educação infantil é o de valorizar os conhecimentos que as crianças possuem e garantir a aquisição de novos conhecimentos, exercendo dessa maneira sua função pedagógica.

Compreendendo desta forma as instituições de educação infantil, a Rede Municipal de Educação do Rio de Janeiro concebe as crianças como cidadãos envolvidos num todo social que nela imprime padrões diferentes do modelo de criança que existe nos manuais (a criança ideal, a criança abstrata).

A principal finalidade dos jardins de infância era colocar as crianças em estreito contato com a natureza. Reconhecia-se o poder do professor mas enfatizava-se muito o fato de o aluno ser o principal agente de seu próprio desenvolvimento.
Atividades no jardim de infância

No jardim de infância deveriam predominar atividades práticas autogeradas pelos interesses e desejos da criança dado o poder de criar que Frobel defendia como sendo inato na criança.

Além disso, atividades de cooperação e jogo livre consistiriam no modo básico daquela proposta educacional.

O manuseio de objetos e a participação em atividades diversas de livre expressão através da música, de gestos. de construção com papel, argila e blocos, ou da linguagem, possibilitariam que o mundo interno da criança se exteriorizasse, podendo ela, então, ver-se objetivamente e modificar-se.


O direito a educação infantil para crianças de 0 a 6 anos

O serviço de Educação Infantil é um Direito da Criança e Dever do Estado que está garantindo nas Constituições Estadual e Federal. As duas Constituições garantem o direito à gratuidade e ao atendimento em creches e "pré-escolas", com textos bem semelhantes e claros.
A educação infantil e a Constituição Federal

A Constituição da República Federativa do Brasil, 1988, Título II, Capítulo II, artigo 7º, parágrafo XXV, diz o seguinte:

"São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social, assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 6 anos de idade em creches e pré-escolas".

Título III, Capítulo III, Seção I, artigo 208, parágrafo IV:

"O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de atendimento em creche e pré-escola às crianças de 0 a 6 anos de idade".


A educação infantil e a Constituição Estadual

A constituição do Estado do Rio de Janeiro, 1989, Título III, Seção I, artigo 304 define:

a) "na eventualidade de, em unidade escolar, oficial de pré-escolar, 1º grau, 2º grau ou de ensino supletivo, havendo necessidade de opção para ocupação de vaga em decorrência de a demanda de matrícula ser superior a oferta de vagas, dar-se-á preferência aos candidatos comprovadamente carentes".

artigo 305, parágrafo VI:

"atendimento obrigatório e gratuito em creche e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade, mediante atendimento de suas necessidades biopsicosociais, adequado aos diferentes níveis de desenvolvimento, com preferência à população de baixa renda".
A Educação infantil e o Estatuto da Criança e do Adolescente

O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8069, de 13 de julho de 1990, repete, quase que literalmente, o texto constitucional, como observamos no Capítulo IV. Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer, no artigo 54, parágrafo IV: "É dever do Estado assegurar o atendimento às crianças de 0 a 6 anos de idade em creche e pré-escola".


A educação infantil na Lei Orgânica Municipal

Na Lei Orgânica Municipal, de 1990, há um reforço ao atendimento às crianças de zero a seis anos e à gratuitidade desse atendimento, em creches e pré-escolas. Menciona, também, a qualidade desse atendimento, embora de forma pouco clara à sua operacionalização.

Parágrafo IV, Subseção II, artigo 325: "As creches e unidades pré-escolares integram o sistema de ensino do Município e serão fiscalizadas pela Secretaria Municipal de Educação de acordo com o estabelecido em lei". O artigo 354, do mesmo parágrafo, une, pela primeira vez, a Secretaria de Educação e a Secretaria de Saúde a respeito da educação pré-escolar: "As Secretarias Municipais de Saúde e Educação manterão o programa conjunto de educação e saúde a ser desenvolvido nas escolas, locais de trabalho e locais de moradia por profissionais de ambas as secretarias".


O desenvolvimento da criança a partir da Constituição Federal de 1988

Há um avanço qualitativo de entendimento do desenvolvimento da criança com uma concepção mais globalizante e menos compartimentalizada.

Essa lei mais recente avança em relação às anteriores, embora ainda sejam muito poucas as conquistas pelo reconhecimento das crianças como cidadãos, integrados, com direito à educação desde o momento que nascem. Ainda encontram-se hoje, leis que dão suporte a políticas de caráter nitidamente compensatório, mesmo questionadas imensamente por educadores quanto a sua validade.
Os avanços para a construção da cidadania, no que se refere a educação infantil

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1990, a principal legislação da educação, ainda não tem data prevista para vigorar. O texto da LDBEN apresenta avanços significativos para a construção da cidadania, em relação às leis anteriores, no tocante ao que se refere à criança de zero a seis anos.

Reforça os direitos assegurados pelas legislações anteriores, quanto à educação pré-escolar como Direito da Criança e Dever do Estado, nomeia a prestação do serviço à crianças de zero a seis anos de "Educação Infantil" e as instituições prestadoras desse serviço de "Centros de Educação Infantil". Pretende municipalizar a educação infantil, estabelece normas e regras para seu funcionamento e prioriza as áreas de mais baixa renda.

Mais alguns pontos significativos da LDBEN, no tocante a Educação Infantil:
estabelece como devem se
r as propostas curriculares dos Centros de Educação Infantil de modo a articular conteúdos com a fase posterior da escola de 1º grau, respeitando sempre a cultura de cada pequeno cidadão, garantindo seu acesso ao ensino fundamental


determina a formação prévia do professor em serviço.


trata dos recursos financeiros, especifica as fontes provenientes de recursos para a educação pública e como devem ser distribuídos, estabelecendo direitos e deveres do Poder Público.


cria a contribuição do salário-creche que será recolhido pelas empresas e demais entidades públicas, incidindo sobre a folha de pagamento de salários e sobre a soma dos salários-bases dos titulares, sócios e diretores, com base na alíquota de 1% (hum por cento).
O surgimento das primeiras classes de educação infantil no Brasil 

A fundamentação e as idéias de Frobel, idealizador dos jardins de infância, chegam ao Brasil, no final do século XIX, e subsidiam a fundação das primeiras classes de educação infantil.

A denominação de jardim de infância se deve a Frederico Guilherme Frobel que, em 1840, na Alemanha, fundou a primeira instituição pré-escolar tipicamente educativa de que se tem notícia - KINDERGARTEN.


Fundamentação pedagógica das primeiras classes de educação infantil 

Preocupado com o futuro desabrochar das crianças, com o seu "vir a ser", Frobel era defensor de que os jardins de infância deveriam propiciar o desenvolvimento infantil nos aspectos físico, social, emocional, intelectual e moral. Locais institucionalizados, como jardins mesmos, para que as crianças se desenvolvam e, como plantas, germinem, brotem e floresçam, sob os cuidados de jardineiros hábeis e cuidadosos - os professores.

No Brasil, as idéias de Frobel não foram aceitas por todos, havendo críticas severas e interpretações controvertidas. Alguns pedagogos, ou políticos daquela época, confundiam os Jardins, concebidos por Frobel, com outros tipos de instituições de caridade, casas de asilo, como as existentes na França, e com outros tipos de instituições européias que se distinguiam da proposta de Frobel.


O surgimento dos estabelecimentos tipicamente educativos de educação infantil 

Foi Rui Barbosa, em 1882, quem reforçou a compreensão dos jardins de infância como estabelecimentos tipicamente educativos, no parecer e projeto da Reforma de Ensino Primário.

Com as colocações de Rui Barbosa, os jardins de infância foram criticados por serem entendidos, erroneamente, associados a grupos religiosos que defendiam mães operárias e seus filhos e, também, pela proposta de uma antecipação de escolarização infantil que, de acordo com alguns críticos, colocava em risco a espontaneidade e o interesse das crianças pelos jogos e brinquedos.


Primeiras escolas no Brasil na educação infantil

O Colégio Menezes Vieira, do Rio de Janeiro, o primeiro jardim de infância do Brasil, em 1875, surgiu com uma forte influência das idéias de Frobel.

O segundo jardim de infância público, fundado no Município do Rio de Janeiro, em 1909, foi o que até hoje funciona na Escola Municipal Campos Sales, no Centro da Cidade.

Há outros jardins de infância bastante antigos no Município do Rio de Janeiro: Marechal Hermes (1910), Bárbara Ottoni (1922), Rubem Braga (1938), Barão de Itacurussã (1942), Vicente Licínio Cardoso (1950) e Sarmiento (1954).


Caracterização da educação infantil na época do Império

Muitas críticas e questões foram levantadas sobre as colocações de Rui Barbosa a respeito da educação infantil durante o Império. O descaso com a instrução pública convenceu o governo da impropriedade de expansão dos jardins de infância.


A educação Infantil na década de vinte


Segundo Kishimoto, 1988, p. 37: "Apesar da reconhecida importância da educação e de um notório entusiasmo pedagógico, a década de vinte foi marcada por uma indefinição do papel da educação infantil". Para alguns, deveria atender aos filhos do operários e, para outros, era considerada um artigo de luxo e, portanto, dispensável.

A população usuária dos jardins de infância era oriunda das classes sociais mais elevadas. Isto se explica porque um dos objetivos da criação dos jardins de infância foi o de tirar as crianças das mãos das governantas.

Vários educadores da época se insurgiram contra esta idéia, discriminatória e nociva, de que jardins de infância eram para atender às crianças de alta renda e, as creches e as escolas maternais para os mais necessitados.

Vilhalba Alboim, em 1941, em São Paulo, já chamava atenção para o fato de que não deveria ser a classe social o determinante da instituição na qual a criança devesse ingressar, mas sim, sua idade.

"...a Escola Maternal é uma instituição para criancinhas de dois a quatro anos e o jardim de infância para os de quatro a seis anos". (Kishimoto, 1988, p. 38)


A educação infantil e o Decreto Lei nº 7.758 

Com esse Decreto Lei nº 7.758, de 10 de abril de 1944, o Prefeito Henrique Dodsworth, do distrito Federal, buscava reorganizar, na Secretaria Geral de Educação e Cultura, o Ensino Público Pré-Primário do Distrito Federal.

Este foi o único documento legal específico, sobre jardim de infância, encontrado na Secretaria Municipal de Educação, no ano de 1992.

Alguns pontos que o Decreto Lei determinam:


Finalidades - importância de favorecer a integração social da criança através de atividades (influência das idéias de Frobel) "O jardim de infância não deverá ter como objetivo a alfabetização".


Organização - duração de três anos, chamados períodos e a classificação dos alunos apenas pela idade cronológica.


Primeiro Período - de 4 a 5 anos;


Segundo Período - de 5 a 6 anos;


Terceiro Período - de 6 a 7 anos incompletos.


Currículo e Programas - atividades com influência das idéias frobelianas: linguagem, conhecimentos gerais, trabalhos normais, desenho, educação física, jogos, música, dança, conto, economia doméstica, jardinagem e criação de animais.


Critérios de matrícula e turnos de funcionamento - um ou dois turnos, com quatro horas e meia de horas diárias, para cada turno. Idade mínima de quatro anos e máxima de sete anos incompletos e, ainda apresentação de um laudo médico favorável para a matrícula.


Freqüência, promoção e conclusão do curso
 - promoção automática, respeitando-se as idades pré-fixadas para cada período.

A educação infantil na década de setenta 

As poucas instituições de educação infantil, no Brasil, na década de setenta, assumiram um caráter estritamente compensatório. Por esta época explode o chamado "fracasso escolar" da escola de 1º grau que atinge as crianças das camadas mais pobres da população, matriculadas na rede. Acreditando que o "insucesso" das crianças pobres, na escola, seja causado por uma inferioridade sóciocultural e pelo chamado déficit lingüístico (identificados como privação cultural), uma das soluções foi a criação de programas de atendimento à criança de pré-escolar: a pré-escola da linha compensatória.

O currículo proposto oferecia aos prováveis candidatos ao "fracasso" um tipo de educação que pudesse suprir "carências" próprias do seu grupo social, antes do ingresso no ensino de primeiro grau.


Teoria adotada pela pré-escola de linha compensatória


A pré-escola compensatória adotou a "teoria de prontidão" como base de sua organização curricular, para prevenir e evitar possíveis fracassos na futura alfabetização de seus alunos. De acordo com essa teoria, sendo a alfabetização o resultado de um processo predominantemente oral e perceptivo-motor, o desenvolvimento da linguagem oral, da coordenação motora fina (mãos e dedos) e da discriminação visual e auditiva seria suficiente para a criança ler e escrever. Com o treinamento dessas habilidades ela estaria "pronta" para garantir o sucesso da escola de primeiro grau.

A busca da "prontidão para a alfabetização" extrapolou os limites das escolas de "alunos carentes", encontrando espaço propício na rede particular de ensino, que de 1968 a 1985 é a responsável pela expansão da educação infantil no país.


A Deliberação 204 de 1993, do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro e a educação infantil 

O Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro, em outubro de 1993, através da Deliberação nº 204, considerando a importância da Educação Infantil, os Direitos assegurados da população infantil e o Dever do Estado de fazer cumprir estes Direitos, deliberou sobre a Natureza e Objetivos da Educação Infantil, chamada de Educação Pré-Escolar. Sem nenhum avanço significativo em relação a Constituição de 1988 e às legislações posteriores, a Deliberação 204/1993 afirma que até os dois anos de idade o atendimento às crianças deve estar relacionado à atenção materno-infantil o que demanda atuação de profissionais da área da saúde; de dois aos três anos, apenas suplementarmente, este atendimento deve ser realizado por pessoal responsável por atividades de recreação. Este atendimento institucionalizado deveria chamar-se "classe maternal"

A partir desta idade, o atendimento às crianças é subdividido em 3 etapas:



Jardim de infância I - atendimento às crianças de três aos quatro anos.


Jardim de infância II - dos quatro aos cinco anos de idade.


Jardim de infância III - dos cinco aos seis anos de idade.

Aplicação das mesmas disposições aos jardins de infância da iniciativa privada.
 



Espaços de atendimento de educação infantil 

No Município do Rio de Janeiro existem jardins de infância considerados "isolados", jardins "anexos", "casas da criança" e creches comunitárias.

Os jardins de infância são considerados "isolados" por trabalharem apenas com turmas de Educação Infantil, ou seja, grupos de crianças com até seis anos de idade. No Rio de Janeiro há 23 (vinte e três) instituições deste tipo.

Os professores são concursados pela Rede Pública Municipal. As crianças freqüentam as escolas em regime de horário parcial, têm férias em consonância com o período escolar do Município e, ao completarem seis anos, possuem matrícula assegurada nas Classes de Alfabetização da Rede Municipal.

Os jardins "anexos" são constituídos por turmas de educação infantil que funcionam em estabelecimentos anexos às escolas de 1º grau. No Rio de Janeiro há 264 (duzentos e sessenta e quatro) instituições desse tipo (dados de dezembro de 1995).

Ao completarem seis anos as crianças têm matrícula assegurada nas Classes de Alfabetização da Rede Municipal. Suas férias estas em consonância com todo o período escolar do Município e o regime de horário para a freqüência às aulas é parcial. Os professores são concursados pela Rede Pública Municipal.

As Casas da Criança são instituições que existem e vem funcionando desde 1985. Foram criadas pelo Programa Especial de Educação que contava, em 1984, com elementos das Secretarias de Educação do Estado e do Município do Rio de Janeiro que, além de planejarem, discutirem e implementarem "o programa" como um todo, tinham como meta a construção de 500 CIEPS e 150 Casas de Criança.

Em 16 de julho de 1985 foram inauguradas as sete primeiras "casas": Del Castilho, Funarj, Guadalajara I e II e Engenho da Rainha, Borel I e II, e assim por diante. Hoje, há apenas 31 (trinta e uma) Casas da Criança e todas fazem parte da Rede Municipal de Educação.


As Casas da Criança 


Em 1984, as Associações de Moradores tinham contato direto com o governador da época, Sr. Leonel de Moura Brizola e, às Associações cabia a responsabilidade de procurar e indicar terrenos disponíveis na comunidade para a construção das Casas da Criança. As "Casas" eram feitas rapidamente e obedeciam a um modelo padrão.

De acordo com o público a que se destinava, precisavam atender à algumas características, tais como: localização vizinha às residências de uma população de baixa renda, atendimento às crianças em regime de horário integral, assistência alimentar (quatro refeições diárias), acompanhamento médico e participação ativa na comunidade

O projeto inicial previa para cada unidade: um amplo salão de atividades, dois banheiros, dispensa, cozinha, sala de direção com possibilidades de adaptação para atendimento médico e um varandão.

As Associações de Moradores faziam uma seleção de pessoal na comunidade e indicavam as encarregadas de cada "Casa" que seriam as funcionárias da instituição. Não havia preocupação com o grau de escolaridade da "funcionária" mas, com a proximidade de sua moradia.

Cada "Casa" deveria priorizar o atendimento às crianças de sua comunidade, bem como, os funcionários deveriam, prioritariamente, residir nessa mesma comunidade.


Objetivos das Casas da Criança 
-

"Prestar atendimento à população pré-escolar, de três a seis anos, nas áreas onde se evidenciasse o déficit em relação às oportunidades educacionais, nutricionais e de saúde, em Municípios do Estado do Rio de Janeiro".

- "Desenvolver um trabalho de investigação pedagógica que atendesse às necessidades da comunidade nos seus aspectos culturais, sócio-econômicos e de desenvolvimento".


O funcionamento das Casas da Crianças 

Todas as Casas da Criança estão trabalhando em regime de horário parcial, ou integral, determinado por pesquisa feita com a comunidade a que se destinam. Todas as Casas da Criança estão funcionando com professores e com turmas de até 25 (vinte e cinco) crianças, desde 1993. O pessoal leigo da comunidade foi substituído por professores que atendem pedagogicamente às crianças matriculadas.

Todas as crianças matriculadas nas Casas da Criança que completam seis anos têm, desde o início do "Programa", matrícula assegurada nas Classes de Alfabetização das escolas e dos CIEPS da Rede Municipal.


Creches e Pré-escolas comunitárias 


Reconhecendo a função pedagógica da creche e da pré-escola comunitárias e com o compromisso político-pedagógico de desenvolver um projeto que entenda a creche e a pré-escola como um direito da criança e um dever do Estado, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, (SMDS), a partir do trabalho desenvolvido pelo Departamento de apoio às Creches e Escolas Comunitárias, assumiu uma concepção que extrapola a proposta original de assistir à criança e liberar a mulher para o mercado de trabalho, resgatando o papel socialmente dado à creche e à pré-escola, o de garantir o acesso ao conhecimento indispensável para o pleno exercício da cidadania da criança. Este projeto pressupõe diretrizes e estratégias que garantam a melhoria da qualidade do atendimento.

A política para a educação infantil 

A Secretaria Municipal de Educação, deu início em janeiro de 1993, a uma Política de Revitalização da Educação Infantil. Desta Política faz parte uma série de ações integradas que vão, desde a construção de novas escolas e abertura de novas turmas em espaços ociosos existentes, ao equipamento destas novas salas e das antigas com livros de literatura infantil, material didático, de consumo e permanente, como mobiliário. Esta política também contempla ações que visam a atualizar os professores que trabalham com crianças de até seis anos, reconhecendo as especificidades desta etapa na vida das crianças, sem desarticulá-las da etapa seguinte - as classes de alfabetização das escolas de 1º grau.

O Núcleo Curricular Básico Multieducação contempla a educação infantil com discussões relevantes na área, organizando os conceitos e conteúdos destinados às crianças menores através de Núcleos Conceituais que se integram a Princípios Educativos.


As Casas da Criança durante o período de implementação desta proposta 

Em 1985 foram indicadas pela Secretaria de Educação as encarregadas de cada "Casa" e, para a função foram escolhidos professores com experiência em pré-escolar para serem responsáveis cada uma delas, por 4 (quatro) Casas da Criança.

Ainda em 1985, vendo que não seria possível uma única pessoa ser responsável por 4 (quatro) Casas da Criança, foi criada a função de dinamizador. Esses profissionais seriam professores, indicados pela Secretaria Municipal de Educação e ficariam sediados no DEC, apesar de vinculados diretamente à SME.

A gestão da Professora Maria Yeda Linhares no Município do Rio de Janeiro, de 1983 a 1986, foi responsável pelo reconhecimento oficial das encarregadas pelas Casas da Criança como Diretoras de Escolas.

Em 1987 a Secretaria Municipal de Educação permitiu e orientou as Diretoras para trabalharem com uma professora em cada "Casa" e estas passaram a ser as encarregadas de secretaria que, tirando algumas responsabilidades das Diretoras, mais tempo poderiam dedicar ao trabalho pedagógico da "Casa". Essas encarregadas de secretaria, mais tarde, passaram a ser professoras orientadoras (P.O.), presentes ainda hoje em algumas "Casas". Em 1990 essas P.Os. passaram a ser Diretoras Adjuntas e passaram a receber um acréscimo no salário; a partir daí, começaram a se manter na função.

Os funcionários diretamente responsáveis pelas crianças, eram os agentes educadores: "responsáveis por toda ação junto às crianças" e "exercício cooperativo das funções". Em 1986 esses agentes educadores foram contratados como serventes pelo Município até sua efetivação em janeiro de 1988.
Objetivos das Casas da Criança -

"Prestar atendimento à população pré-escolar, de três a seis anos, nas áreas onde se evidenciasse o déficit em relação às oportunidades educacionais, nutricionais e de saúde, em Municípios do Estado do Rio de Janeiro".

- "Desenvolver um trabalho de investigação pedagógica que atendesse às necessidades da comunidade nos seus aspectos culturais, sócio-econômicos e de desenvolvimento".


O funcionamento das Casas da Crianças 

Todas as Casas da Criança estão trabalhando em regime de horário parcial, ou integral, determinado por pesquisa feita com a comunidade a que se destinam. Todas as Casas da Criança estão funcionando com professores e com turmas de até 25 (vinte e cinco) crianças, desde 1993. O pessoal leigo da comunidade foi substituído por professores que atendem pedagogicamente às crianças matriculadas.

Todas as crianças matriculadas nas Casas da Criança que completam seis anos têm, desde o início do "Programa", matrícula assegurada nas Classes de Alfabetização das escolas e dos CIEPS da Rede Municipal.


Creches e Pré-escolas comunitárias 

Reconhecendo a função pedagógica da creche e da pré-escola comunitárias e com o compromisso político-pedagógico de desenvolver um projeto que entenda a creche e a pré-escola como um direito da criança e um dever do Estado, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, (SMDS), a partir do trabalho desenvolvido pelo Departamento de apoio às Creches e Escolas Comunitárias, assumiu uma concepção que extrapola a proposta original de assistir à criança e liberar a mulher para o mercado de trabalho, resgatando o papel socialmente dado à creche e à pré-escola, o de garantir o acesso ao conhecimento indispensável para o pleno exercício da cidadania da criança. Este projeto pressupõe diretrizes e estratégias que garantam a melhoria da qualidade do atendimento.


A política para a educação infantil 

A Secretaria Municipal de Educação, deu início em janeiro de 1993, a uma Política de Revitalização da Educação Infantil. Desta Política faz parte uma série de ações integradas que vão, desde a construção de novas escolas e abertura de novas turmas em espaços ociosos existentes, ao equipamento destas novas salas e das antigas com livros de literatura infantil, material didático, de consumo e permanente, como mobiliário. Esta política também contempla ações que visam a atualizar os professores que trabalham com crianças de até seis anos, reconhecendo as especificidades desta etapa na vida das crianças, sem desarticulá-las da etapa seguinte - as classes de alfabetização das escolas de 1º grau.

O Núcleo Curricular Básico Multieducação contempla a educação infantil com discussões relevantes na área, organizando os conceitos e conteúdos destinados às crianças menores através de Núcleos Conceituais que se integram a Princípios Educativos.

Vinte Dicas Para Quem Pretende Trabalhar Ou Trabalha Com Educação Infantil


Por: Angela Adriana de Almeida

Sendo a Educação Infantil a fase inicial da vida escolar da criança, necessário se torna que os profissionais envolvidos neste processo - especialmente educadores - apresentem aspectos condizentes à realidade  em questão. Certas características devem ser observadas ao se contratar este profissional e eticamente falando - ao assumir a responsabilidade de se trabalhar com crianças. Foram elencadas abaixo vinte dicas e características que um profissional deve ter  para realizar  um trabalho prazeroso e significativo com crianças pequenas,

1- GOSTAR DE CRIANÇAS, é  imprescindível que o profissional goste de crianças , afinal nesta fase elas exigem paciência e amor  a todo momento. Pressupõe-se que quem gosta de crianças, goste também de trabalhar com elas. O trabalho com pequenos requer disposição, carinho, responsabilidade e uma energia imensa proviniente somente de quem gosta do que faz.

2- AGILIDADE é uma característica de peso considerável, pois a criança corre, pula, caí, levanta, descarrega energia e se envolve em situações  repentinas de risco, onde a agilidade do profissional pode evitar acidentes graves com os pequenos.

3- BOM PREPARO FÍSICO, nesta fase a maioria das  brincadeiras são realizadas no chão, em rodas de conversa ou em círculos programados para as atividades, para tanto o profissional necessita de boa disposição física para sentar, levantar, pular, engatinhar, enfim participar de todas as atividades que propõe à criança. Além do que, os pequenos adoram presenciar adultos executando as mesmas atividades que eles.

4- SER ÉTICO, assuntos relacionados à instituição e suas famílias devem ser preservados. Nesta fase é comum crianças comentarem intimidades das famílias - estes casos ajudam os profissionais a conhecerem a realidade de vida da criança -  e também alguém da família procurar apoio , confiando seus problemas a pessoas que trabalham na Instituição.  Todavia, estes fatos  somente poderão ser comentados em casos extremos- a pessoas especializadas ( Pedagogos, Psicopedagogos, Psicólogos e Assistentes Sociais) e com a aprovação da Equipe dirigente da Instituição. Tratar aos colegas com respeito e cordialidade, evitando brincadeiras desnecessárias e abusivas, afinal a criança observa o professor e o imita a todo momento.

5- SABER OUVIR OS RELATOS INFANTIS, nestes momentos o profissional poderá detectar possíveis problemas de várias naturezas, pelos quais a criança poderá estar passando - ou até mesmo sobre sua personalidade.

6- SER FIRME E AMÁVEL AO MESMO TEMPO, a criança testa o adulto a todo instante e quando percebe que está vencendo, se torna indiscilplinada e resistente às regras de convivência. Porém, a amabilidade deve ser cultivada, assim a criança se sentirá segura, afinal está em um ambiente onde todos são estranhos a ela. Então, caberá ao educador conciliar ambos aspectos, ponderando suas atitudes e conscientizando a criança sobre seus deveres, sempre que necessário.

7- RECEBER BEM OS PEQUENOS E SEUS FAMILIARES, os pais precisam se sentir seguros em relação ao local e às pessoas em que estão confiando seus filhos. Portanto, o profissional deve recebê-los sempre com cordialidade, esclarecendo suas dúvidas, tranquilizando-os em seus anseios, se disponibilzando a atendê-los quando necessitarem  e  utilizando estratégias que motivem  a criança a gostar de ir para a  instituição.

8- SER CRIATIVO, o planejamento pedagógico deverá nortear o trabalho do educador, todavia, poderá ser alterado sempre que a atividade proposta não estiver despertando o interesse da turma, para isso o profissional deverá ser criativo e  tornar a atividade em questão mais prazerosa ou até mesmo lançar mão de outra atividade. Elaborar um plano de aula focado em situações cotidianas das  crianças ou da Instituição, encontrando ou criando músicas, histórias, jogos, atividades  e brincadeiras que enfatizem o tema do planejamento é uma ótima estratégia para um trabalho diversificado.

9- QUERER APRENDER, a todo momento surgem fatos inesperados quando o assunto é criança, e nem sempre o profissinal está preparado para resolver tudo o que acontecer, portanto, deverá ter humildade para pedir ajuda e querer aprender com os mais experientes.

10- UTILIZAR ROUPAS ADEQUADAS, caso a instituição não adote uniforme, o ideal é camiseta e calça de malha ou jeans - mais largo - para não prejudicar o desempenho das atividades, e tênis ou sandálias rasteirinhas. Roupas decotadas, saias, sandálias de salto, roupas apertadas, transparentes, miniblusas ou tomara que caia devem ser evitados, pois além de inibir o trabalho do profissional, desperta a tenção de pais, colabores, profissionais e demais pessoas envolvidas no processo.

11- NÃO DEIXAR AS CRIANÇAS SOZINHAS, ter consciência de que as crianças não podem ficar sozinhas em nenhum momento, caso tenha necessidade de se ausentar do espaço onde se encontra com a turma, peça a uma criança que chame outro profissional para assumir seu lugar temporariamente. Um segundo sozinhas, os pequenos cometem atitudes inesperadas.

12-  JAMAIS DÊ AS COSTAS ÀS CRIANÇAS, ao falar com alguém na porta da sala - ou em qualquer outro espaço - jamais dê as costas às crianças, em fração de segundos acontecem muitos problemas sem que o educador esteja vendo.

13- TRABALHAR SEU TOM DE VOZ, não falar em tom áspero, irônico e  volume alto - assim a criança só compreenderá suas solicitações quando as mesmas forem feitas com gritos. O ideal é manter um tom baixo e calmo, todavia caso haja necessidade de uma alteração, que não haja grito e sua mudança na tonalidade da voz..

14- GOSTAR DE MÚSICA, nesta fase a musicalização é muito utilizada. O profissional deverá gostar, conhecer e querer aprender mais e mais músicas, de preferência acompanhadas de gestos que ajudam muito no desenvolvimento infantil.

15- SABER CONTAR HISTÓRIAS, sim pois contar histórias não é ler o livro - é contar com emoção, despertando a curisidade e a imaginação da criança.

16- CONHECER AS ÁREAS DO CONHECIMENTO A SEREM TRABALHADAS: Racíocinio lógico matemático, Linguagem oral e escrita, Psicomotricidade, Áreas Perceptivas,  Conhecimento Social, Áreas de expressão artística e cultural, Valores Humanos,Religiosidade, Consciência Ecológica e Conhecimento físico - elaborando seu plano de aula enfatizando todas as áreas.

17- LER E EXECUTAR A PROPOSTA PEDAGÓGICA E O REGIMENTO DA INSTITUÇÃO,   assim  o trabalho do profissional terá embasamento teórico e sustentabilidade pedagógica.

18- SABER ELABORAR PROJETOS DE AÇÃO PEDAGÓGICA envolvendo temas atuais, o trabalho com projetos  facilita o trabalho do educador, porém, estes projetos devem ser executados com criatividade envolvendo temas de interesse das crianças e ao mesmo tempo objetivando uma conscientização sobre o tema proposto. Os projetos devem ser constantemente avaliados, caso contrário, não terão significado ao processo educacional.

19- DECORAR E REDECORAR O AMBIENTE SEMPRE QUE NECESSÁRIO, os olhos da criança se cansam com facilidade de determinadas decorações, para evitar esta situação, o ideal é utilizar cores claras, tons pastéis e desenhos acompanhados de paisagens, passarinhos, vales, árvores e flores, pois acalmam os pequenos.

20- RESERVAR UM ESPAÇO NA SALA PARA EXPOSIÇÃO DAS PRODUÇÕES DAS CRIANÇAS e convidar os demais profissionais da Instituição, bem como os familiares dos pequenos, para visitarem a exposição de trabalhos delas. Pode-se colocar um nome na exposição e um pseudônimo para o autor da obra. Expor trabalhos nos corredores de entrada da Instituição -  de forma criativa, sempre identificados e relatando os objetivos- também apresenta bons resultados.

É importante ressaltar que  não há receita pronta para se trabalhar em nenhum nível educacional, mas a troca de experiências tem garantido excelentes resultados aos profissionais. Entretanto, a chave do sucesso de qualquer trabalho consiste em gostar do que faz. Quando se faz o que se gosta, as barreiras se tornam transponíveis e as amarras mais frouxas.



Perfil do Autor

Formada em Magistério Graduada em Pedagogia com Supervisão Escolar; Especialista nas áreas de Psicopedagogia Institucional; Docência Universitária e Inspeção Escolar.Trabalho como professora de Ensino Fundamental nas redes Estadual e Municipal,ministro minicursos e palestras com os temas Respeitando e Convivendo Com as Diferenças e Bullying em diversos contextos sociais. www.angelaadriana.com.br
(Artigonal SC #695347)

Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/vinte-dicas-para-quem-pretende-trabalhar-ou-trabalha-com-educacao-infantil-695347.html

PLANEJAMENTO ANUAL


BERÇÁRIO
OBJETIVO
Desenvolver harmonicamente os aspectos físicos, psíquicossociais do bebê, respeitando sua maturidade emocional. Desenvolver a psicomotricidade da criança através do corpo e do movimento.

ATIVIDADES
ATIVIDADES



  • Estimulação tátil (acariciando o bebê sempre que possível e conversas diárias).








  • Estimulação visual, através de objetos coloridos, que permitam o manuseio com as mãos e a boca.







  • Estimulação de movimentos como se arrastar, engatinhar para buscar um objeto. Incentivar também o andar, segurando-o com as mãos.







  • Estimulação verbal conversando com a criança todo o tempo, brincando e sorrindo.







  • Introdução de alimentos com a paciência do professor, pois a adaptação nem sempre é fácil.







  • Trocas de roupas e fraldas contínuas, sempre que for necessário.







  • Banhos agradáveis, acompanhados de conversas e músicas.







  • Músicas gestuais e cantigas de roda (sentados).








  • Exercícios com bolas e brinquedos de encaixe, quando a criança apresentar maturidade.







  • Incentivo a fala.






  • Imposição de limites, dizendo não, toda vez que a criança colocar em perigo si mesmo, os colegas, tias e o ambiente escolar.






  • MINI – MATERNAL

    OBJETIVO
    Promover o desenvolvimento físico, psíquico e social da criança respeitando sua maturidade emocional.
    Incentivar o uso do raciocínio através de atividades recreativas que valorizem a auto estima do aluno.
    ATIVIDADES
    • Controle dos esfíncteres, de forma gradativa e com grande paciência e estímulo/incentivo por parte do professor.
    • Higiene Bucal apõe as refeições, estimulando e incentivando para o uso da escova.
    • Alimentar-se sozinho, com ajuda do professor, aos poucos as crianças aprendem a levar a colher sozinho à boca.
    • Introdução de alimentos sólidos, onde aos poucos as crianças deverão se alimentar normalmente, como as crianças maiores, tirando a sopa e a fruta.
    • Estimulação do próprio corpo,m identificando e nomeando as partes do corpo. Pode utilizar músicas e brincar de lavar a boneca. No banho também nomeia-se o corpo.
    • Garatuja: folhas em branco, onde a criança poderá pintar com lápis, giz de cera e/ou guache (tomando muito cuidado para não levar à boca e aos olhos).
    • Exercícios de encaixe, sempre incentivando para que a criança acerte. De início o professor deve ajudar a criança, até que ela consiga associar a forma ao buraco.
    • Jogos de bola em rodas, promovendo a integração social, onde a criança deverá joga-la para o amigo, dizendo o nome (ou dito pelo professor).
    • Trabalhos manuais com massinhas e argila, deixando que estes manuseiem bastante.
    • Incentivo e desenvolvimento da fala, onde o professor deverá conversar e estimular para que a criança consiga manifestar o que quer, não permitindo que ela só se manifeste por gestos.
    • Ampliar seu vocabulário, conversando diariamente, com a criança sobre os aspectos do dia-a-dia.
    • Incentivar e permitir a fala da criança em todas as atividades possíveis, falando corretamente com a criança. Mostrar à criança a conveniência de falar em voz baixa, trabalhando com a criança o saber escutar.
    • Apresentação das cores.
    • Trabalhos com músicas gestuais, cantigas de roda e dança, estimulando partes do corpo.
    • Contos de histórias curtas.
    • Coordenação motora livre, como rasgar papel, brincar de massinha, etc.
    • Brincadeiras de imitar os adultos, como escovar os dentes de bonecas, fazer comidinha, ir as compras, banho de bonecas, etc.
    • >Explorar o ambiente escolar, mostrando árvores, passarinhos, parquinho, etc.
    • O uso do parquinho diário, pois nessa idade a criança tem bastante energia e grande dificuldade de concentração, por isso todas as atividades devem ser curtas e com bastante estímulo/incentivo por parte do professor.
    • Imposição de limites e boas maneiras, dizendo “não” à criança, toda vez que colocar em perigo si mesmo, os colegas, tias e o ambiente escolar.
    • Traçados simples: Coordenação Motora.
    • Formas Geométricas: círculo, quadrado e triângulo
    OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS
    1. Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.
    2. Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.
    3. Permitir que a criança seja independente.
    4. Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.
    5. Levar a criança a brincar com os outros do grupo.
    6. Fazer com que a criança não fixe em um único colega.
    7. Mante-la ocupada.
    8. Levar a criança a participar das atividades de grupo.
    OBSERVAÇÕES:
    CARACTERÍSTICAS:
    Aproximadamente 2.
    • Egocentrismo.
    • Descobertas: tato, movimentos, formas, pessoas, texturas, reprodução de sons, andar, comunicação, etc.
    • Coordenação Motora: abrir, fechar, empilhar, encaixar,
      puxar, empurrar, etc.
    TIPOS DE BRINCADEIRAS:






  • Brincadeiras referentes à educação sensório-motora (sentir/executar).














  • Exploração, canto, perguntas e respostas, esconder.










  • MATERNAL 1
    OBJETIVO
    1. Desenvolver os movimentos amplos: saltar, pular, andar...
    2. Desenvolver os movimentos finos que envolvam as mãos, adquirindo controle e expressão gráfica com a progressão de exercícios que irão auxiliar no futuro aprendizado da escrita e da leitura.
    3. Desenvolver estímulos sonoros e auditivos através de operações concretas.
    4. Ampliar vocabulário e linguagem como meio de comunicação, desenvolvendo a imaginação, criatividade, organização de idéias.
    5. Identificação do nome próprio.
    6. Identificação das letras do nome próprio.
    7. Identificação das vogais.
    CONTEÚDO
    1. Coordenação Motora Ampla.
    2. Coordenação Motora Fina.
    3. Discriminação Auditiva e Visual.
    4. Expressão Oral (histórias, contos, músicas, teatro, etc).
    5. Estudo do nome próprio.
    6. Estudo das letras do nome próprio.
    7. Apresentação das vogais.
    ESTRATÉGIA
    1. Através de jogos, brincadeiras e atividades lúdicas envolvendo operações concretas.
    2. Através de materiais pedagógicos, sucatas, brincadeiras, jogos e atividades visomanuais concretas (pinturas, desenhos, etc).
    3. Utilização de recursos audiovisuais como: músicas, histórias, parlendas vídeo, CD, figuras, rótulos, livros, portadores de textos, etc.
    4. Leituras, interpretações, cantos, conversas, brincadeiras, jogos, recursos audiovisuais, livros, materiais pedagógicos, etc.
    5. Apresentação de crachás, fichas, cartazes, desenhos, jogos e brincadeiras, etc.
    6. Fichas cartazes, desenhos, materiais pedagógicos, jogos e brincadeiras.
    7. Materiais pedagógicos, brincadeiras, atividades visomanuais concretas, etc.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança, no desempenho de suas atividades, no desenvolvimento da atenção, interesse assimilação e aprendizagem.O instrumento de avaliação será uma ficha de avaliação, que entregaremos aos pais durante as Reuniões.
    OBSERVAÇÕES:
    CARACTERÍSTICAS: Aproximadamente 2 a 3 anos.
    • Egocentrismo.
    • Descobertas: tato, movimentos, formas, pessoas, texturas, reprodução de sons, andar, comunicação, etc.
    • Coordenação Motora: abrir, fechar, empilhar, encaixar, puxar, empurrar, etc.
    • Fantasia, Invenção e Representação (imitação de situações conhecidas: escolinha, casinha).
    • Criatividade
    TIPOS DE BRINCADEIRAS:
    • Brincadeiras referentes à educação sensório-motora (sentir/executar).
    • Exploração, canto, perguntas e respostas, esconder.
    • Brincadeiras sem regras.
    • Brincadeiras com poucas regras simples.
    • Utilização das formas básicas de movimentos (andar, correr, saltar, rolar, etc).
    • Estimulação e motivação.
    • Atividades lúdicas.
    MATEMÁTICA
    OBJETIVO
    1. Introduzir o raciocínio lógico, através de suas estruturas.
    2. Desenvolver a lateralidade através de estímulos, motivações e atividades de coordenação.
    3. Desenvolver a capacidade de situar cronologicamente os fatos para organizar seu tempo e suas ações, orientando-se também no espaço.
    4. Desenvolver coordenação motora através de atividades lúdicas, concretas, pedagógicas e visomanuais.
    5. Reconhecer e discriminar estímulos visuais, interpretando-os e associando-os.
    6. Reproduzir seqüências e seriações, ex: ordenar objetos do mais alto para o mais baixo.
    7. Reconhecer e discriminar numerais. Desenvolver contagem de 1 até 10.
    CONTEÚDO
    1. Estruturas lógicas: discriminação – comparação – identificação – cor – forma – tamanho – conjuntos – quantidade.
    2. Conceito de lateralidade.
    3. Orientação Temporal Espacial: antes/depois, atrás/na frente/no meio/entre, aberto/fechado, na frente/de costas, em cima/embaixo, em pé/deitado/sentado, longe/perto, direita/esquerda.
    4. Coordenação Motora.
    5. discriminação audiovisual.
    6. Seqüência e seriação.
    7. Numeração:
    8. • Números de 1 à 5 • Contagem de 1 à 10
    ESTRATÉGIA
    1. Utilização de materiais pedagógicos, sucatas, figuras, livros, jogos, brincadeiras, ...
    2. Brincadeiras lúdicas, materiais pedagógicos, atividades audiovisuais.
    3. Através do uso de materiais concretos, materiais pedagógicos, jogos e brincadeiras, registro de atividades.
    4. Jogos, brincadeiras, músicas, atividades lúdicas, materiais pedagógicos, registro de atividades.
    5. Recursos Audiovisuais: rádio, CD, TV, vídeo, músicas, histórias, cartazes, fichas.
    6. Cartazes, fichas, jogos, brincadeiras, materiais pedagógicos, atividades lúdicas e de registro.
    7. Materiais pedagógicos e concretos, jogos, brincadeiras, cartazes, fichas, desenhos, etc.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança, no desempenho de suas atividades, no desenvolvimento da atenção, interesse assimilação e aprendizagem.
    O instrumento de avaliação será uma ficha de avaliação, que entregaremos aos pais durante as Reuniões.
    OBSERVAÇÕES:
    Devemos desenvolver na criança a capacidade de pensar logicamente.Trabalhar problemas relacionados ao seu cotidiano para melhor entendimento do meio em que vive.
    A Matemática pode ser considerada uma linguagem simbólica que expressa relações espaciais e de quantidade. Sua função é pois, desenvolver o “pensamento”.
    A medida que brinca com formas, com quebra-cabeças e com caixas que cabem dentro de caixas, a criança adquire uma noção do conceito pré-simbólico de tamanho, número e forma. Ao enfiar contas em um barbante ou colar figuras, adquire a noção de seqüência e de ordem. E quando utiliza as palavras “não cabe” e “acabou”, vai adquirindo a noção de quantidade.
    “Esse trabalho deve se muito concreto, baseado no manuseio de materiais. Isso permito que as crianças se famialiarizem mais facilmente com os conceitos matemáticos.”
    ESTUDOS SOCIAISOBJETIVO
    1. Estimular o conhecimento da história Brasileira, através das Datas Comemorativas.
    2. Desenvolver noção de hoje, ontem e amanhã, bem com o dia, a noite a relação com espaço/tempo.
    3. Identificar, nomear e reconhecer a família e sua importância.
    4. Estimulação do meio ambiente físico.
    CONTEÚDO
    1. Datas Comemorativas: Carnaval, Outono, Páscoa, Dia do Índio, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, Folclore, Independência, Inverno, Dia dos Animais, Dia das Crianças, Dia dos Professores, Proclamação da República, Primavera, Dia da Árvore, Natal e outros.
    2. Calendário (relação espaço tempo).
    3. Família.
    4. Escola (ambiente/colegas).
    ESTRATÉGIA
    1. Contar histórias sobre o significado das Datas Comemorativas e a produção de lembrancinhas que traduzam a data em questão.
    2. Produção de Calendário e exercício do mesmo ao iniciar a aula (manhã e tarde), e aniversários das crianças.
    3. Nomeação, explicação e cartazes, através de estimulação de situação problema que envolva o conceito família.
    4. Jogos e brincadeiras que explorem o ambiente e colegas.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    CIÊNCIAS
    OBJETIVO
    1. Desenvolver capacidade de auto-higiene corporal.
    2. Identificar, reconhecer, localizar e nomear partes do próprio corpo.
    3. Estimulação dos 5 sentidos.
    4. Estimular o cuidado com a natureza.
    5. Nomear e reconhecer diferentes animais.
    6. Discriminação entre liso e áspero.
    7. Apresentação de diferentes alimentos, diferenciando de doce e salgados.
    CONTEÚDO
    1. Higiene Corporal (mãos, dentes, uso do banheiro).
    2. Esquema corporal.
    3. Órgãos dos sentido: olhos (discriminação visual), ouvidos (discriminação auditiva), tato, olfato e paladar.
    4. Horticultura e jardinagem.
    5. Animais.
    6. Texturas (liso e áspero).
    7. Alimentos.
    ESTRATÉGIA
    1. Incentivar o lavar as mãos, escovar os dentes e ir ao banheiro sozinho, sempre que necessário, através de músicas e histórias que despertem o interesse das crianças.
    2. Utilizando quebra-cabeça, músicas, figuras, bonecas e nomeação que desenvolvam o reconhecimento do corpo humano.
    3. Exercícios, atividades e jogos que desenvolvam a visão, audição, tato e gustação.
    4. Plantação de mudas e flores.
    5. Através de figuras, desenhos, gestos musicais e histórias.
    6. Através de objetos que mostrem tais diferenças, estimulando jogos e atividades.
    7. Apresentação de alimentos.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    ARTES
    OBJETIVO
    1. Incentivar e desenvolver o hábito de desenho, estimulando assim a fantasia da criança.
    2. Estimulação de confecção de brinquedos através da sucata.
    3. Estimular a coordenação da criança e a criatividade com o uso da argila e massinha.
    CONTEÚDO
    1. Artes: desenho livre e pintura.
    2. Sucata.
    3. Argila e massinha.
    ESTRATÉGIA
    1. Utilização de lápis, pincéis, cola com muito incentivo, estimulando a criança através de elogios.
    2. Material de sucata e criatividade do professor.
    3. Apresentação de argila e massinha.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS






  • Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.














  • Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.














  • Permitir que a criança seja independente.














  • Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.














  • Levar a criança a brincar com os outros do grupo.














  • Fazer com que a criança não fixe em um único colega.














  • Mante-la ocupada.














  • Levar a criança a participar das atividades de grupo.










  • MATERNAL 2
    LINGUAGEM ORAL
    OBJETIVO
    1. Desenvolver na criança o conceito de eu em relação ao seu nome, idade e em relação aos pais (família) e colegas.
    2. Desenvolver coordenação motora grossa (livre).
    3. Despertar na criança o interesse por estímulos sonoros, para que ela consiga perceber, identificar e localizar sons forte e fraco.
    4. Desenvolver a capacidade da criança de identificar diferentes objetos e movimentar-se no espaço com facilidade.
    5. Incentivar e permitir a fala da criança em toda as atividades possíveis, corrigindo e ampliando seu vocabulário, utilizando também as músicas.
    6. Estimular o vocabulário através de contos e histórias pequenas que despertem a fantasia da criança.
    7. Incentivar a memorização de pequenas músicas e gestos.
    8. Identificar e reconhecer as vogais.
    9. Identificar o nome próprio e as letras do nome.
    CONTEÚDO
    1. Eu (nome, idade, pais e colegas).
    2. Coordenação motora.
    3. Discriminação auditiva.
    4. Discriminação visual.
    5. Expressão oral (pronúncias, relatos de acontecimentos, músicas).
    6. Histórias e contos.
    7. Memorização.
    8. Vogais.
    9. Nome próprio e letras do nome próprio.
    ESTRATÉGIA
    1. Através de músicas, jogos com bola pronunciando o nome e estimulação oral.
    2. Utilização de recortes, colagem, traçado de linhas em folha e no chão, incentivando jogos e brincadeiras.
    3. Utilização de instrumentos sonoros, músicas, batidas de palmas e pés e sons produzidos pela boca.
    4. Utilização de sucatas, jogos e materiais pedagógicos com exploração dos objetos do ambiente interno e externo.
    5. Utilização de leitura de histórias curtas, músicas e conversas diárias com a criança sobre sua rotina, dando atenção as perguntas e respondendo-as sempre de acordo com sua maturidade emocional.
    6. Histórias curtas com gestos, estimulando o interesse e fantasia da criança.
    7. Repetição de músicas, gestos e histórias curtas.
    8. Através de materiais pedagógicos, fichas, desenhos, cartazes, etc.
    9. Fichas, crachás, cartazes, materiais concretos e pedagógicos, jogos e brincadeiras, etc.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    MATEMÁTICA
    OBJETIVO
    1. Iniciar a aprendizagem de conceitos de longe, perto, dentro, fora, em cima, em baixo, atrás, na frente, ao lado, dentro, fora, cheio, vazio, etc.
    2. Discriminar na criança o sentido de ontem hoje e amanhã.
    3. Estimular o uso do raciocínio da criança.
    4. Classificação e nomeação de objetos pelas cores primárias (azul, amarelo e vermelho), formas (círculo, triângulo e Quadrado), tamanho (grande e pequeno) e quantidade (1 a 9).
    5. Nomear e identificar iguais e diferentes.
    CONTEÚDO
    1. Conceitos de lateralidade: todo, dentro/fora, grande/pequeno, cheio/vazio, grosso/fino, muito/pouco.
    2. Organização espacial: antes/durante e depois, hoje/ontem/amanhã.
    3. Jogos de raciocínio (quebra-cabeça e jogos de encaixe).
    4. Classificar e nomear objetos pela cor, forma (círculo, triângulo e quadrado), tamanho e quantidade.
    5. Nomear iguais e diferentes.
    ESTRATÉGIA
    1. Através de jogos, músicas e atividades que incentivam o aprendizado da criança como movimento da esquerda para a direita, jogos de dentro para fora, etc. Incentivar e explorar o meio ambiente.
    2. Utilização do calendário e estimulação de perguntas e respostas que distingam o dia e a noite, o ontem, o hoje e amanhã.
    3. Através de jogos como quebra cabeça, encaixes, de formas e situações problemas que incentivem a criança a pensar, não respondendo tudo para criança, sem que ela tente responder sozinha.
    4. Através de objetos, sucatas e material dourado que tenham estas características, utilizando-os em jogos, como procurar cor e forma.
    5. Através de jogos, sucatas e objetos que permitam a identificação e classificação de iguais e diferentes.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    ESTUDOS SOCIAIS
    OBJETIVO
    1. Estimular o conhecimento da história Brasileira, através das Datas Comemorativas.
    2. Desenvolver noção de hoje, ontem e amanhã, bem com o dia, a noite a relação com espaço/tempo.
    3. Identificar, nomear e reconhecer a família e sua importância.
    4. Estimulação do meio ambiente físico.
    CONTEÚDO
    1. Datas Comemorativas: Carnaval, Outono, Páscoa, Dia do Índio, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, Folclore, Independência, Inverno, Dia dos Animais, Dia das Crianças, Dia dos Professores, Proclamação da República, Primavera, Dia da Árvore, Natal e outros.
    2. Calendário (relação espaço tempo).
    3. Família.
    4. Escola (ambiente/colegas).
    ESTRATÉGIA
    1. Contar histórias sobre o significado das Datas Comemorativas e a produção de lembrancinhas que traduzam a data em questão.
    2. Produção de Calendário e exercício do mesmo ao iniciar a aula (manhã e tarde), e aniversários das crianças.
    3. Nomeação, explicação e cartazes, através de estimulação de situação problema que envolva o conceito família.
    4. Jogos e brincadeiras que explorem o ambiente e colegas.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    CIÊNCIAS
    OBJETIVO
    1. Desenvolver capacidade de auto-higiene corporal.
    2. Identificar, reconhecer, localizar e nomear partes do próprio corpo.
    3. Estimulação dos 5 sentidos.
    4. Estimular o cuidado com a natureza.
    5. Nomear e reconhecer diferentes animais.
    6. Discriminação entre liso e áspero.
    7. Apresentação de diferentes alimentos, diferenciando de doce e salgados.
    CONTEÚDO
    1. Higiene Corporal (mãos, dentes, uso do banheiro).
    2. Esquema corporal.
    3. Órgãos dos sentido: olhos (discriminação visual), ouvidos (discriminação auditiva), tato, olfato e paladar.
    4. Horticultura e jardinagem.
    5. Animais.
    6. Texturas (liso e áspero).
    7. Alimentos.
    ESTRATÉGIA
    1. Incentivar o lavar as mãos, escovar os dentes e ir ao banheiro sozinho, sempre que necessário, através de músicas e histórias que despertem o interesse das crianças.
    2. Utilizando quebra-cabeça, músicas, figuras, bonecas e nomeação que desenvolvam o reconhecimento do corpo humano.
    3. Exercícios, atividades e jogos que desenvolvam a visão, audição, tato e gustação.
    4. Plantação de mudas e flores.
    5. Através de figuras, desenhos, gestos musicais e histórias.
    6. Através de objetos que mostrem tais diferenças, estimulando jogos e atividades.
    7. Apresentação de alimentos.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    ARTES
    OBJETIVO
    1. Incentivar e desenvolver o hábito de desenho, estimulando assim a fantasia da criança.
    2. Estimulação de confecção de brinquedos através da sucata.
    3. Estimular a coordenação da criança e a criatividade com o uso da argila e massinha.
    CONTEÚDO
    1. Artes: desenho livre e pintura.
    2. Sucata.
    3. Argila e massinha.
    ESTRATÉGIA
    1. Utilização de lápis, pincéis, cola com muito incentivo, estimulando a criança através de elogios.
    2. Material de sucata e criatividade do professor.
    3. Apresentação de argila e massinha.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS




  • Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.














  • Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.













  • Permitir que a criança seja independente.














  • Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.














  • Levar a criança a brincar com os outros do grupo.














  • Fazer com que a criança não fixe em um único colega.














  • Mante-la ocupada.














  • Levar a criança a participar das atividades de grupo.











  • JARDIM I - PORTUGUÊS
    OBJETIVO
    1. Desenvolver percepção visual, auditiva, coordenação viso-motora.
    2. Desenvolver Orientação temporal (começo, meio e fim).
    3. Desenvolver Orientação espacial.
    CONTEÚDO
    • Coordenação viso-motora:
      1. Desenho livre.
      2. Labirinto.
      3. Pintura.
      4. Recorte e colagem.
      5. Traçado de linhas com movimentos livres e dirigidos.
    • Percepção visual:
      1. Cor.
      2. Forma.
      3. Tamanho
      4. Detalhes.
      5. Complementação de figuras.
      6. Letras (a, e, i, o, u).
    • Orientação temporal: começo, meio e fim, mais velho, mais novo, primeiro e último.
    • Orientação espacial: dentro/fora, em cima, entre, em baixo, na frente, atrás, mais alto, mais baixo, mais perto e mais longe.
    ESTRATÉGIA
    Folhas que promovam o interesse da criança. Pode-se também trabalhar as vogais com músicas.
    Trabalhar as noções do conteúdo no dia-a-dia da criança, explicando-a sempre que ocorrer dúvidas. Pode-se trabalhar também com jogos, brincadeira, histórias e músicas.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    MATEMÁTICA

    OBJETIVO
    Estimular o raciocínio lógico, estabelecendo relações entre os conceitos: todo, parte, igual, diferente, grande, pequeno, tamanho, cor, forma, etc.
    Desenvolver o conceito numérico através da expressão verbal e gráfica.
    Desenvolver a noção de diferente medidas em relação aos objetos e ao tempo.

    CONTEÚDO
    • Estruturas lógicas:
      1. Discriminação (semelhanças e diferenças).
      2. Comparação.
      3. Identificação.
      4. Conjuntos.
      5. Correspondência.
      6. Cores.
    • Tamanho e formas (círculo, triângulo, quadrado, retângulo).
    • Número de 1 a 9, quantidade (mais, menos, muito, pouco, cheio e vazio).
    • Medidas:
      1. Tamanho de objetos (pequeno, grande, maior, menor, grosso e fino).
      2. Distância entre os objetos (longe, perto).
      3. Velocidade (rápido, lento, devagar, depressa).
      4. Massa (leve, pesado).
      5. Temperatura (quente, frio).
      6. Som (alto, baixo).
      7. Tempo (muito tempo, pouco tempo, dia, noite, hoje, ontem e amanhã).
    ESTRATÉGIA
    • Através do uso de material concreto e/ou dourado que promovam a discriminação.
    • Através do uso de material concreto onde a criança consiga visualizar e conceituar a contagem dos objetos, e mais tarde a apresentação dos números em lousa, caderno, folhas de sulfite, cartazes e músicas.
    • Através de material concreto que permita a visualização de diferente medidas, utilizando também jogos e brincadeiras. Em relação ao tempo é interessante o uso de calendário mostrando o dia, mês, ano e tempo meteorológico, e o aniversário das crianças da sala.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    ESTUDOS SOCIAIS

    OBJETIVO
    1. Identificar, nomear e se reconhecer como membro de sua família, reconhecendo sua importância e valor que possui em casa.
    2. Desenvolver socialização.
    3. Identificar os meios de transportes que circulam em nosso país, relacionando-os com o trânsito.
    4. Identificar os meios de comunicação existentes em nosso país.
    5. Identificar diferentes profissões, bem como sua importância para economia familiar e do país.
    6. Estimular o reconhecimento da história Brasileira.
    CONTEÚDO
    • Eu/Família/Casa.
    • Escola
    • Meios de Transporte/Trânsito.
    • Meios de Comunicação.
    • Profissões.
    • Datas Comemorativas:
      1. Carnaval.
      2. Páscoa.
      3. Dia Nacional do Livro Infantil.
      4. Dia do Índio.
      5. Dia do Trabalho
      6. Dia das Mães.
      7. São João.
      8. Dia dos Pais.
      9. Dia do Soldado.
      10. Folclore.
      11. Independência.
      12. Dia da Árvore.
      13. Primavera.
      14. Semana do Trânsito.
      15. Dia das Crianças.
      16. Proclamação da República.
      17. Primavera.
      18. Dia da Árvore.
      19. Natal e outros.
    ESTRATÉGIA
    Através de figuras, desenhos, gestos, músicas, histórias e explicações sobre o significado de cada item, e produções de lembrancinhas que traduzam a data em questão.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    CIÊNCIAS

    OBJETIVO
    • Estimulação dos 5 sentidos, desenvolvendo a capacidade de auto-higiene e a identificação e nomeação das partes do corpo.
    • Incentivar a importância ecológica, através da jardinagem e horticultura.
    • Apresentar a diferença entre campo/cidade e praia, estabelecendo a noção de tempo.
    • Identificar a importância da água para os seres vivos mostrando a diferenciação entre seres vivos e não vivos.
    • Nomear e reconhecer diferentes animais.
    • CONTEÚDO
    • O corpo humano (os sentidos, hábitos de higiene, e partes do corpo).
    • A natureza (dia/noite/tempo, água, campo, cidade, praia, seres vivos e não vivos, plantas e animais).
    ESTRATÉGIA
    • Exercícios e atividades que desenvolvam a visão, audição, tato, olfato e gustação. Incentivar também o lavar as mãos, escovar os dentes sempre que necessário, através de músicas e histórias, que despertem o interesse da criança.
    • Plantar mudas e flores explorando o meio ambiente, livros e revistas que auxiliam a explicação sobre a natureza para o professor.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    ARTES

    OBJETIVO
    • Incentivar e desenvolver o hábito de desenho, estimulando assim a fantasia da criança.
    • Estimulação de confecção de brinquedos através da sucata.
    • Estimular a coordenação da criança e a criatividade com o uso da argila e massinha.
    CONTEÚDO
    • Artes: desenho livre e pintura.
    • Sucata.
    • Argila e massinha.
    ESTRATÉGIA
    • Utilização de lápis, pincéis, cola com muito incentivo, estimulando a criança através de elogios.
    • Material de sucata e criatividade do professor.
    • Apresentação de argila e massinha.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
    O instrumento de avaliação é uma ficha de observações que será entregue aos pais todo Bimestre.
    OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS




  • Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.













  • Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.













  • Permitir que a criança seja independente.













  • Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.













  • Levar a criança a brincar com os outros do grupo.













  • Fazer com que a criança não fixe em um único colega.













  • Mante-la ocupada.













  • Levar a criança a participar das atividades de grupo.JARDIM II









  • JARDIM II
    PORTUGUÊS/PRONTIDÃO/LINGUAGEM
    OBJETIVO
    1. Ampliar a coordenação viso-motora, na busca do desenvolvimento integral da criança.
    2. Desenvolver vocabulário, linguagem e a comunicação entre os alunos.
    3. Reconhecer, ler e escrever vogais encontros vocálicos e o alfabeto.
    4. Desenvolver interesse e atenção por músicas, leitura, histórias e escrita.
    5. Preparar o aluno para que fique apto ao processo de alfabetização no Pré – 3º Estágio.
    6. Iniciação as famílias silábicas.
    CONTEÚDO
    • Período Preparatório: traçar linhas (retas, curvas, sinuosas e mistas), desenho livre, labirinto, pintura, recorte, colagem, pontilhado, atividade gráficas e no caderno pedagógico, etc.
    • Estudo das vogais: reconhecer, ler, traçar e escrever as vogais.
    • Encontros Vocálicos: identificar, ler e escrever, palavras formadas apenas por encontros vocálicos.
    • Estudo do Alfabeto: identificar visual e auditivamente as letras do alfabeto, cobrir e copiar as letras maiúsculas e minúsculas (de imprensa e cursiva).
    • Famílias Silábicas: proporcionar aos alunos atividades referentes as famílias silábicas, de forma natural e espontânea, pois terão continuidade no Pré – 3º Estágio.
    ESTRATÉGIA
    • Utilizar: caderno, atividades gráficas, desenho, pintura colagem, recorte e o material escolar.
    • Confeccionar cartazes, murais, parlendas, poesias e etc.
    • Histórias, músicas, vídeo e livros.
    • Atividades com sucatas (ex: embalagens).
    • Jogos, brincadeiras e material pedagógico.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação contínua e diária através da participação, interesse e execução das atividades feita pelos alunos.
    Correção das lições e atividades.
    Verificação da aprendizagem: leitura, identificação e assimilação das atividades, exercícios gráficos.
    MATEMÁTICA – JARDIM II

    OBJETIVO
    1. Desenvolver e ampliar os conceitos matemáticos para que os alunos possam executar as atividades propostas com interesse, atenção e principalmente que ocorra assimilação e aprendizagem.
    2. Identificar números, cores, formas geométricas, medidas, etc.
    3. Desenvolver raciocínio lógico-matemático.
    4. Desenvolver o processo de adição.
    CONTEÚDO
    • Estruturas Lógicas: discriminação: semelhanças e diferenças; conjuntos; identificação/comparação.
    • Numerais: revisão dos números (0 até 9), idéia de unidade, número 0 (zero), unidade e dezena, idéia de ordinal, números de 0 até 20, quantidades: igual/diferente, mais/menos, cheio/vazio.
    • Operação com Números: adição: total até 9.
    • Espaço e forma: traçado de linhas: curvas (aberto/fechado), posicionamento: frente/ atrás, em cima/embaixo, dentro/fora, longe/perto, primeiro/último, direita/esquerda; identificação de figuras geométricas (círculo, triângulo, retângulo, quadrado).
    • Medidas: tamanho: maior/menos, grande/pequeno; espessura: grosso/fino, largo/estreito.
    • Fração: inteiro/metade.
    ESTRATÉGIA
    1. Utilizar: figuras, desenhos, cartazes, lousa, material escolar, caderno quadriculado, atividades gráficas.
    2. Confeccionar: cartazes, murais, fichas, números.
    3. Recorte, colagem e pintura.
    4. Atividade com sucatas.
    5. Músicas e histórias.
    6. Jogos, brincadeiras e material pedagógico.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação através das atividades realizadas pelos alunos e correções das lições, sempre verificando a participação, interesse e aprendizagem.
    Avaliação contínua e diária desenvolvendo raciocínio lógico-matemático.
    ARTES PLÁSTICAS

    OBJETIVO
    • Desenvolver a potencialidade criadora de cada aluno, respeitando suas naturais limitações.
    • Desenvolver habilidades e formas próprias desenhando, pintando, construindo e modelando.
    • Desenvolver o domínio de técnicas, instrumentos e procedimentos expressivos.
    • Desenvolver a habilidade de discriminar cor, forma, dimensão, espaço, harmonia.
    CONTEÚDO
    • Desenho.
    • Pintura.
    • Impressão.
    • Recorte.
    • Alinhavo.
    • Tapeçaria.
    • Colagem.
    • Modelagem.
    • Dobradura.
    • Montagem.
    • Construção.
    ESTRATÉGIA
    1. Atividades gráficas como desenhos, para pintura, recorte e colagem.
    2. Tinta, pincel, cola, tesoura, papel de diferentes tipos, formas e cores.
    3. Revista, jornal e sucata.
    4. Barbante, lã, linhas, madeira, argila, algodão, gesso, garrafa, etc.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será continua e diária através dos trabalhos e atividades realizados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: criatividade, interesse, espontaneidades, auto-estima, capricho, atenção, curiosidade, raciocínio, cooperação, companheirismo e a motivação.
    CIÊNCIAS

    OBJETIVO
    1. Identificar as diversas partes do corpo e suas funções.
    2. Formar bons hábitos de higiene e saúde.
    3. Identificar o valor nutritivo e a procedências dos alimentos.
    4. Identificar e observar o processo de germinação e crescimento das plantas.
    5. Identificar, distinguir e caracterizar os animais.
    6. Desenvolver habilidades como: observação, analise, descrição, classificação e medida.
    7. Explorar o ambiente em que vive.
    CONTEÚDO
    • As Partes do Corpo/Higiene e Saúde/Órgãos do sentido.
    • Alimento/Culinária.
    • Plantas/Horticultura.
    • Animais.
    • ESTRATÉGIA
    • Explorar o meio em que estamos.
    • Confecção de cartazes, desenhos, figuras, fotos, atividades gráficas.
    • Pinturas colagens, recortes.
    • Horta.
    • Passeios, excursões.
    • Atividades com os próprios alunos (jogos e brincadeiras).
    • Músicas, histórias, diálogos, conversa dirigida, atividade com sucatas.
    • Alimentos (frutas, verduras, legumes).

    AVALIAÇÃO
    Avaliação contínua e diária através das atividades e exercícios realizados e executados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: interesse, atenção, cooperação, espontaneidade, aprendizagem, capacidades de observação, análises e etc.
    INTEGRAÇÃO SOCIAL

    OBJETIVO
    1. Adaptar a criança à escola e à vida social.
    2. Promover condições de um convívio agradável.
    3. Desenvolver atitudes de polidez, respeito e cooperação.
    4. Adquirir habilidades sociais.
    5. Compreender a necessidade da cooperação de todos os membros da família e da escola, entre si.
    6. Desenvolver: atividades e conhecimentos sociais, habilidades de disciplina, independência e habilidades quanto ao trabalho.
    CONTEÚDO
    • Eu/Família.
    • Casa/Comunidade.
    • Escola.
    • Meios de Transporte/Meios de Comunicação.
    • Datas Comemorativas:
    • (Alguns exemplos) Carnaval, Páscoa, Dia do Índio, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, 07 de Setembro, Dia das Crianças, Primavera, Dia da Árvore, Natal e outros.
    ESTRATÉGIA
    1. Desenhos, cartazes, músicas, jogos, brincadeiras, atividades com sucata, folhas (atividades gráficas), pintura, recortes e colagens.
    2. Festas, bailes, exposição, excursão ou passeios.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação contínua através das atividades e exercícios realizados e propostos aos alunos, no qual se verifica o: interesse, assimilação, compreensão, aprendizagem, comportamento, espontaneidade, capacidade, cooperação, participação e a execução das atividade.
    INGLÊS

    OBJETIVO
    1. Desenvolver algumas noções sobre a língua estrangeira (inglês).
    2. Executar as atividades propostas com atenção, compreensão e aprendizagem.
    3. Desenvolver a linguagem de palavras, pequenas frases e músicas.
    CONTEÚDO
    • Cores.
    • Números.
    • Nomes de animais, alimentos, familiares, objetos, brinquedos, etc.
    • Músicas.
    ESTRATÉGIA
    • Vídeo.
    • Cartazes.
    • Desenhos.
    • Atividades gráficas.
    • Pintura, colagem e recorte.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação será feita através dos exercícios e atividades realizadas pelos alunos verificando a aprendizagem, assimilação e compreensão.
    Pronúncia e o interesse. 
    OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS




  • Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.













  • Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.
    Permitir que a criança seja independente.














  • Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.














  • Levar a criança a brincar com os outros do grupo.













  • Fazer com que a criança não fixe em um único colega.














  • Mante-la ocupada.













  • Levar a criança a participar das atividades de grupo.










  • PRÉ
    PORTUGUÊS/PRONTIDÃO/LINGUAGEM

    I - PERÍODO PREPARATÓRIO
    OBJETIVO

    • Desenvolver coordenação motora fina.
    • Discriminação esquerda direita.
    • Organizar espacialmente os traçados no papel.
    • Desenvolver coordenação viso-motora.
    CONTEÚDO
    1. Exercícios para desenvolver:
    • esquema corporal;
    • esquema espacial;
    • orientação temporal;
    • coordenação motora viso-manual (coordenação ampla e coordenação fina);
    • percepções sensoriais (visão, audição, tato, olfato, gosto);
    • lateralidade.
    • Desenvolver campo lingüístico.
    ESTRATÉGIA
    • Exercícios gráficos em folhas.
    • Jogos.
    • Brincadeiras.
    • Músicas.
    • Histórias.
    • Atividades com sucata.
    • Cartazes.
    • Atividades em caderno pedagógico.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação contínua e diária, observando e descrevendo o desempenho do aluno quanto à: participação, atenção, cooperação, interesse, execução das atividades, coordenação viso-motora, execução correta dos movimentos da esquerda para a direita.
    II – ALFABETIZAÇÃO
    1)- VOGAIS
    OBJETIVOS
    1. Identificar, ler e escrever as vogais.
    2. Discriminar os sons oral e nasal.
    3. Discriminar sons aberto e fechado.
    4. Completar palavras de acordo com as figuras.
    5. Traçar vogais corretamente.
    6. Discriminar o som das vogais dentro de um contexto, utilizando músicas.
    CONTEÚDO
    Palavras-chave e vogais em letras maiúsculas, minúsculas, de imprensa e cursivas.
    Exercícios para desenvolver o campo lingüístico: desenvolvimento da expressão oral, início da expressão escrita, leitura incidental.
    ESTRATÉGIA
    • Apresentação de histórias, músicas, poesias, parlendas.
    • Execução de exercícios gráficos.
    • Cartazes.
    • Coordenação-motora: andar sobre a letra no chão, desenhar (no chão, na lousa).
    • Pintura, recorte, desenho, colagem, atividade com sucatas (embalagem).
    • Transcrição da letra de imprensa para letra cursiva.
    AVALIAÇÃO
    Avaliação diária. Através de exercícios orais e escritos o professor deve verificar se o aluno: traça corretamente as vogais, discrimina visualmente e auditivamente a vogal em estudo, lendo e escrevendo.
    Avaliar o aluno através da participação, atenção e execução das atividades.
    2)- ENCONTROS VOCÁLICOS/ VOGAIS NASALADAS
    OBJETIVO
    1. Identificar encontros vocálicos e vogais nasaladas.
    2. Ler, escrever e empregar os encontros vocálicos.
    3. Identificar o sinal gráfico ~ (til), ler e escrever.
    CONTEÚDO

    • Encontros vocálicos em letras maiúsculas, minúsculas de imprensa e cursivas.
    • Vogais nasaladas: ã, ão, ãe, õe.
    • Desenvolver campo lingüístico e vocabulário.
    ESTRATÉGIA

    • Apresentação dos encontros vocálicos e das vogais nasaladas em atividades gráficas, pequenos textos, músicas, desenhos, poesias e parlendas.
    • Transcrição, cópias, ditados e exercícios.
    • Leitura, recorte e colagem.
    AVALIAÇÃO

    Avaliação contínua, com a participação e atenção dos alunos. Verificar se o aluno: traça, transcreve, lê, interpreta e emprega corretamente os encontros vocálicos e a vogais nasaladas.

    3)- FAMÍLIAS SILÁBICAS
    OBJETIVO
    1. Identificar, ler e escrever as famílias silábicas corretamente.
    2. Automatizar o processo de formação.
    3. Empregar corretamente o uso das famílias.
    4. Treinar a escrita.
    5. Executar os exercícios corretamente.
    CONTEÚDO

    • Palavras-chave, famílias silábicas.
    • Pequenos textos, músicas, poesias, parlendas, histórias e desenhos.
    • Ortografia.
    ESTRATÉGIA

    1. Apresentação das famílias silábicas através de: cartazes, recortes, colagem, desenhos, figuras, histórias, leitura, músicas, jogos, e brincadeiras.
    2. Exercícios gráficos orais e escritos, caderno ortográfico, cartilha, ditado, palavras cruzadas e etc.
    AVALIAÇÃO

    Avaliação será contínua através de: cópias, treino ortográfico, e exercícios gráficos com correções.
    Verificação: se o aluno domina a grafia corretamente e atinge os objetivos propostos; se o aluno identifica, transcreve, copia e lê as famílias silábicas.
    Avaliação diária através da atenção, interesse e participação da criança.

    MATEMÁTICA

    OBJETIVO


    1. Desenvolver os conceitos matemáticos, para que possam reconhecer, identificar e executar as atividades propostas.
    2. Identificar figuras geométricas.
    3. Desenvolver aprendizagem dos números (adição, subtração).
    4. Desenvolver raciocínio lógico-matemático.
    5. Ampliar os conceitos matemáticos.
    6. Realizar as atividades propostas com interesse, atenção, entendimento e compreensão.
    CONTEÚDO

    • Conceitos matemáticos: grande/pequeno; maior/menor; dentro/fora; mais/menos; em cima/embaixo; na frente/atrás; linha aberta/ linha fechada; etc.
    • Conjuntos (unitário, vazio).
    • Formas geométricas, numeração, cores, blocos lógicos, sinais (=, #), seqüência numérica e representação gráfica.
    ESTRATÉGIA

    Apresentar conteúdo de forma dinâmica e estimuladora, através de: cartazes, jogos, brincadeiras, músicas, histórias, atividades gráficas, blocos lógicos, sucatas, recortes, colagens, lousa, caderno quadriculado e etc.

    AVALIAÇÃO

    Avaliação continua e diária para que o aluno desenvolva: interesse, atenção, raciocínio lógico-matemático e assimilação dos conteúdos.
    Avaliar o aluno através de exercícios gráficos através da execução das atividades e correções.

    ARTES PLÁSTICAS

    OBJETIVO


    1. Desenvolver a potencialidade criadora de cada aluno, respeitando suas naturais limitações.
    2. Desenvolver habilidades e formas próprias desenhando, pintando, construindo e modelando.
    3. Desenvolver o domínio de técnicas, instrumentos e procedimentos expressivos.
    4. Desenvolver a habilidade de discriminar cor, forma, dimensão, espaço, harmonia.
    CONTEÚDO

    • Desenho.
    • Pintura.
    • Impressão.
    • Recorte.
    • Alinhavo.
    • Tapeçaria.
    • Colagem.
    • Modelagem.
    • Dobradura.
    • Montagem.
    • Construção.
    ESTRATÉGIA


    • Atividades gráficas como desenhos, para pintura, recorte e colagem.
    • Tinta, pincel, cola, tesoura, papel de diferentes tipos, formas e cores.
    • Revista, jornal e sucata.
    • Barbante, lã, linhas, madeira, argila, algodão, gesso, garrafa, etc.
    AVALIAÇÃO

    Avaliação será continua e diária através dos trabalhos e atividades realizados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: criatividade, interesse, espontaneidades, auto-estima, capricho, atenção, curiosidade, raciocínio, cooperação, companheirismo e a motivação.

    CIÊNCIAS
    OBJETIVO

    1. Identificar as diversas partes do corpo e suas funções.
    2. Formar bons hábitos de higiene e saúde.
    3. Identificar o valor nutritivo e a procedências dos alimentos.
    4. Identificar e observar o processo de germinação e crescimento das plantas.
    5. Identificar, distinguir e caracterizar os animais.
    6. Desenvolver habilidades como: observação, analise, descrição, classificação e medida.
    7. Explorar o ambiente em que vive.
    CONTEÚDO

    • As Partes do Corpo/Higiene e Saúde/Órgãos do sentido.
    • Alimento/Culinária.
    • Plantas/Horticultura.
    • Animais.
    ESTRATÉGIA

    • Explorar o meio em que estamos.
    • Confecção de cartazes, desenhos, figuras, fotos, atividades gráficas.
    • Pinturas colagens, recortes.
    • Horta.
    • Passeios, excursões.
    • Atividades com os próprios alunos (jogos e brincadeiras).
    • Músicas, histórias, diálogos, conversa dirigida, atividade com sucatas.
    • Alimentos (frutas, verduras, legumes).


    AVALIAÇÃO

    Avaliação contínua e diária através das atividades e exercícios realizados e executados pelos alunos, com a finalidade de desenvolver: interesse, atenção, cooperação, espontaneidade, aprendizagem, capacidades de observação, análises e etc.

    INTEGRAÇÃO SOCIAL

    OBJETIVO

    1. Adaptar a criança à escola e à vida social.
    2. Promover condições de um convívio agradável.
    3. Desenvolver atitudes de polidez, respeito e cooperação.
    4. Adquirir habilidades sociais.
    5. Compreender a necessidade da cooperação de todos os membros da família e da escola, entre si.
    6. Desenvolver: atividades e conhecimentos sociais, habilidades de disciplina, independência e habilidades quanto ao trabalho.
    CONTEÚDO

    • Eu/Família.
    • Casa/Comunidade.
    • Escola.
    • Meios de Transporte/Meios de Comunicação.
    • Datas Comemorativas:
    • (Alguns exemplos) Carnaval, Páscoa, Dia do Índio, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, 07 de Setembro, Dia das Crianças, Primavera, Dia da Árvore, Natal e outros.
    ESTRATÉGIA

    Desenhos, cartazes, músicas, jogos, brincadeiras, atividades com sucata, folhas (atividades gráficas), pintura, recortes e colagens.
    Festas, bailes, exposição, excursão ou passeios.

    AVALIAÇÃO

    Avaliação contínua através das atividades e exercícios realizados e propostos aos alunos, no qual se verifica o: interesse, assimilação, compreensão, aprendizagem, comportamento, espontaneidade, capacidade, cooperação, participação e a execução das atividade.

    INGLÊS

    OBJETIVO

    1. Desenvolver algumas noções sobre a língua estrangeira (inglês).
    2. Executar as atividades propostas com atenção, compreensão e aprendizagem.
    3. Desenvolver a linguagem de palavras, pequenas frases e músicas.
    CONTEÚDO

    • Cores.
    • Números.
    • Nomes de animais, alimentos, familiares, objetos, brinquedos, etc.
    • Músicas.
    ESTRATÉGIA

    • Vídeo.
    • Cartazes.
    • Desenhos.
    • Atividades gráficas.
    • Pintura, colagem e recorte.
    AVALIAÇÃO

    Avaliação será feita através dos exercícios e atividades realizadas pelos alunos verificando a aprendizagem, assimilação e compreensão.
    Pronúncia e o interesse.

    OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS

    1. Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc





  • Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, etc.














  • Permitir que a criança seja independente.














  • Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.














  • Levar a criança a brincar com os outros do grupo.














  • Fazer com que a criança não fixe em um único colega.














  • Mante-la ocupada.













  • Levar a criança a participar das atividades de grupo.











  • Adaptação das crianças

    A decisão de matricular o filho na Educação Infantil é movida por diferentes razões. Alguns precisam apenas de um lugar para deixá-lo, enquanto outros entendem que esse é o ambiente mais apropriado pata os pequenos. Nos dois casos os primeiros dias na creche costumam não ser fáceis. As mães (ou responsáveis) choram discretamente, se sentindo culpadas pela separação, e a criançada abre o berreiro ao verem os adultos saírem pela porta.
    Evitar cenas assim é possível quando os profissionais da escola programam uma boa adaptação para todos.


    Período de adaptação
    Objetivo: Promover uma boa adaptação de bebês e crianças pequenas.


    Conteúdo:
    • Familiarização com o ambiente escolar;
    • Percepção de si e dos demais que dividem o mesmo espaço;
    • Separação com tranqüilidade da família em uma parte do dia.




    Material:


    • Foto das crianças com a família e com animais de estimação,
    • objetos de apego (brinquedos, cobertores, peças de roupa etc.),
    • cartolina,
    • fita adesiva,
    • tapetes e almofadas.
    Organização da sala:
    As crianças devem ser reunidas em roda para a apresentação das fotos e dos novos objetos. Os bebês que ainda não se sentam ficarão acomodados em bebês-conforto ou no colo de um adulto.




    Desenvolvimento: 1ª Etapa


    Para conhecer as crianças antes mesmo do primeiro dia na creche, no dia da matrícula os pais deverão preencher um questionário. Com os dados é possível construir um breve histórico e, assim, saber mais de cada uma delas. Aproveite para fazer uma lista com o nome de todos. Essa simples providência mostra aos pais (e também aos filhos) a preocupação em receber a todos. Peça fotos em que as crianças apareçam com os familiares e animais de estimação. Solicite também os objetos de apego de cada um. Explique que tudo será identificado e ficará na creche para permitir que os pequenos usem o material sempre que sentirem necessidade. Outra boa iniciativa é preparar atividade para que os novatos tenham vontade de voltar. Como sugestão use balões e pedaços de tecidos para enfeitar a sala.
    2ª Etapa:


    Nos primeiros dias, é comum é comum ter pais ou responsáveis dentro da sala. Integre-os às atividades e aproveite o momento para adquirir mais informações sobre a rotina caseira. Na hora da troca da frauda, por exemplo, chame o adulto e observe como ele faz. Mais tarde inverta os papéis. O mesmo vale para outras ocasiões, como a alimentação, o banho e o acalanto.
    3ª Etapa:


    Com os retratos confeccione um cartaz e escolha um canto da sala para fixá-lo. Esse lugar será conhecido por reunir os pertences trazidos de casa. Coloque o tapete no chão e espalhe almofadas e objetos pessoais. Sempre que surgir algo novo, faça uma roda e conte de quem é. Descreva os integrantes da família e estimule cada um a apresentar a sua.


    4ª Etapa:


    Convide a família a visitar sempre a sala e acompanhas como anda a adaptação. Para os que têm pouca disponibilidade de tempo por causa do emprego, registre som fotos algumas situações que revelem a boa integração com o ambiente (a criança brincando no tanque de areia, se alimentando, olhando o mural etc.). Planeje momentos permanentes de participação da família. Em uma oportunidade, convoque um pai ou uma mãe para contar histórias às crianças. No mês seguinte, chame um grupo para ensinar as tradicionais brincadeiras e cantigas de rodas que conhecem.




    Avaliação:


    Observar o comportamento dos pais ou responsáveis e, é claro, das próprias crianças é a única maneira de saber se a adaptação está sendo bem sucedida. Co os pequenos repare se ainda há choro na hora da entrada. O sinal que está tudo bem é quando eles conseguem se entreter com um brinquedo ou com um colega. Para não se perder elabore uma ficha, destacando os comportamentos que você pretende observar. Com isso será possível perceber se houve evolução. Os especialistas lembram que esse é um trabalho contínuo, pios o afastamento por doença ou por um simples fim de semana pode requerer uma nova adaptação.


    Fonte: Revista Nova Escola (novembro/ 2007) e pesquisa na internet.












    COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
    TURMA: BERÇÁRIO e MATERNAL I ( MESES à 1 ANO E MEIO)

    ÁREA DO CONHECIMENTO
    OBJETIVOS
    LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

    Transmitir ambiente acolhedor e seguro;
    Trabalhar capacidades expressivas;
    Desenvolver formas alternativas de consciência corporal;
    Relação de independência com o ambiente vivido;
    Explorar e utilizar movimentos de preensão, encaixe, lançamento, etc;
    Expressar sensações e ritmos corporais através do gestual e linguagem oral;
    Desenvolver a audição, percepção e descriminação das diversas manifestações sonoras;
    Promover o desenvolvimento da coordenação motora grossa da criança;
    Dar ênfase à musicas, parlendas, contos, historietas, rimas, conversas para o desenvolvimento da linguagem oral,
    Brincar;
    Expressar desejos, sentimentos, necessidades, sentimentos, etc;
    Relacionar-se progressivamente com seus pares e os demais;
    Conhecer gradualmente seu próprio corpo, seus limites, sensações, etc;

    MOVIMENTO

    Explorar o movimento do próprio corpo em brincadeiras que envolva o canto, gestos, movimentos simultâneo, etc;
    Exploração do próprio corpo nas atividades de higiene como o banho, escovação de dentes e lavagem das mãos;
    Atividades que permita a descoberta da própria imagem e do outro refletida no espelho;
    Mímicas faciais e gestuais, caretas, imitação de bichos, onomatopeias, etc;
    Participação em brincadeiras de roda ou de danças circulares;
    Cuidado com postura e expressão corporal;
    Brincadeiras de esconder com cabaninhas, lençóis, labirintos (riscos no chão com barbante, giz,etc), texturas, areia, etc;
    Brincadeiras com materiais que propiciem a descoberta e exploração do movimento;
    “Leitura” de histórias com tapetes, almofadas, e brinquedos que convide a concentração;

    ARTES VISUAIS –
    Ampliação do conhecimento de mundo manipulando e explorando diferentes objetos e materiais como texturas, tecidos, massinha de farinha de trigo, tinta a base de anilina e trigo, etc;
    Observação e identificação de imagens diversas;
    Utilização de instrumentos e materiais diversos como papéis, tintas, pincéis, lápis, cola, etc;
    Oferecimento de sucatas que possam ser empilhadas, encaixadas, justapostas, etc, em atividades de jogos de construção;
    Atividades com desenho e pinturas realizadas com marcas gráficas em diferentes superfícies permitindo variadas possibilidades de impressão, inclusive no próprio corpo;
    Representação da própria imagem, sentimentos e experiências corporais;
    Utilizar diferentes tipos de objetos para imprimir imagens como pincéis, escovas de dentes, dedos, esponjas, canudos, carimbos, penas, giz de cera, gravetos, palitos,conta-gotas, cotonetes, pentes, barbantes, etc;
    Identificar os cuidados necessários como o contato com o próprio corpo e com o corpo dos outros nas atividades trabalhadas nesse conteúdo, principalmente boca, olhos, nariz, pele, quando do manuseio desses materiais, instrumentos e objetos para que não provoque nenhum dano a saúde da criança;
    Cuidados com materiais de uso individual e coletivo;
    Representações em desenho livre ou de foi observado;
    Estabelecer relações⁄comentários por meio de apreciações com seu universo coa pessoas, animais, cenas familiares, formas, linhas, etc;
    Observação de corpos em movimento pesquisados em revistas, fotos, vídeos, etc

    NATUREZA E SOCIEDADE

    Brincadeiras vinculadas a cultura;
    Exploração e manipulação do ambiente natural (contato com plantas, animais areia, etc);
    Interação social para a construção de uma visão de mundo natural significativa;
    Possibilidade de ampliação do repertório de conhecimentos a respeito do mundo social e natural;
    Interação com adultos e crianças de idades diferenciadas em brincadeiras, exploração de espaços, contato com a natureza, etc;
    Noções básicas necessárias com o trato com animais, identificação de perigos que oferecem, higiene ao tocá-los, etc;
    Atividades que constituam experiências com as plantas, seu cultivo, cuidados, preservação, etc;
    Refletir sobre seu meio social e sua ação na sociedade e na natureza;
    Observação e percepção dos componentes da paisagem local e se possível das mudanças ocorridas nelas;

    MATEMÁTICA

    Utilização de contagem oral de números em músicas, jogos cantados, brincadeiras, etc para que reconheçam que estas estão presentes no cotidiano;
    Comunicação, manipulação e exploração de quantidades numéricas utilizando a linguagem oral;
    Observação de escritas numéricas nos diferentes contextos em que se encontram;
    Utilização de circuitos numéricos para andar, pular, correr;
    Refletir e identificar sobre as possibilidades de estabelecer variadas relações de comparação,quantidades, representações mentais, etc;
    Noção da relação dos conceitos matemáticos entre objeto e quantidade;
    Atividades como construções de torres, pistas de carrinhos e cidades com blocos de madeira ou encaixe para representar o espaço numa outra dimensão;
    Organizar espaços com brinquedos e objetos que contenham números como telefones, relógios, máquina de calcular, etc;
    Utilização do recurso do tempo com calendários, números de alunos presentes e ausentes na chamadinha, contagem de quantos dias faltam para o aniversário ou qualquer outro evento, etc;
    Comparação do tamanho dos pés, altura, peso em gráficos;
    Utilização de jogos com números;
    Contagem oral e visual de sequência numérica;
    COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
    TURMA: MATERNAL II e III ( 02 à 03 ANOS)

    ÁREA DO CONHECIMENTO
    OBJETIVOS
    LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
    Participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar necessidades e sentimentos;
    Interessar-se pela leitura de histórias;
    Familiarizar-se com a escrita no cotidiano com livros, revistas, histórias e etc;
    Aprender a escutar textos e histórias;
    Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
    Escolher livros para ler;
    Demonstrar capacidades de reconto de histórias;
    Participar de pequenas dramatizações;
    Reconhecer as vogais;
    Identificar os nomes dos colegas;
    Copiar seu nome;
    Diferenciar escrita de desenhos.


    MATEMÁTICA

    Estabelecer noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem por exemplo;
    Construir conceitos matemáticos: longe, perto, dentro, fora, em cima , embaixo, novo, velho, em frente, atrás, primeiro, último, noite, dia, agora e hoje;
    Perceber relações de causa e efeito nas coisa;
    Seriar objetos: tamanho, comprimento, espessura;
    Construir noção de quantidade: muito, pouco, cheio, vazio, mais, menos, o mesmo tanto;
    Descrever qualidades quanto a cor, forma e tamanho;
    Agrupamento de objetos ( classificação);
    Discriminar e nomear as primárias, as figuras geométricas, grande, pequeno, grosso, fino, alto, baixo, frio, quente, gelado, liso, áspero, leve, pesado, molhado, seco, duro, macio;
    Discriminar sabores diversos e odores: salgado, doce, azedo, amargo, agradável e desagradável;
    Identificar gradativamente os numerais ( até 5) e as quantidades correspondentes.

    ARTES

    Manipular diferentes objetos e materiais explorando suas características, entrando em contato com formas diversas de expressão artística;
    Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos, ampliando suas possibilidades de expressão e comunicação;
    Interessar-se pelas próprias produções e pelas diversas obras artísticas ampliando seus conhecimentos do mundo e da cultura;
    Produzir trabalhos de artes, desenvolvendo o gosto e o respeito pelo processo de produção e criação.

    MOVIMENTO

    Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;
    Desenvolver atitudes de confiança nas próprias capacidades motoras;
    Explorar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento;
    Controlar gradualmente o próprio movimento e ajustar habilidades motoras;
    Apropriar-se progressivamente da imagem global do corpo, conhecendo e identificando seus elementos;
    Desenvolver atitudes de interesse e cuidado com o próprio corpo;
    Segurar corretamente o lápis e manejar a tesoura;
    Realizar a atividade de enrolar, modelar, rasgar e empilhar;
    Deslocar-se com destreza progressiva no espaço.

    NATUREZA E SOCIEDADE

    Explorar o ambiente para que possa se relacionar com pessoas, estabelecer contatos com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos;
    Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias;
    Estabelecer relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação da espécies e para a qualidade de vida humana.

    MÚSICA

    Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
    Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
    Explorar materiais e escutar obras musicais para propiciar o contato e experiências com a matéria prima da linguagem musical;
    Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.

    COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
    TURMA: FASE I ( 04 ANOS )

    ÁREA DO CONHECIMENTO
    OBJETIVOS

    LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

    Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
    Usar a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos, aprimorando e ampliando o vocabulário;
    Fazer registros espontâneos de escrita com objetivos definidos;
    Criar histórias com sequência lógica;
    Fazer reconto de vários estilos de texto;
    Transmitir recados;
    Reconhecer a escrita de seu primeiro nome e saber grafá-lo;
    Reconhecer os nomes dos colegas;
    Nomear as letras de seu nome;
    Reconhecer, identificar e grafar as letras do alfabeto;
    Discriminar rótulos e embalagens, identificando os mais utilizados;
    Evoluir da hipótese da escrita, do nível pré-silábico com letras para o silábico

    MATEMÁTICA

    Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
    Perceber semelhanças e diferenças entre os objetos , classificando-os a partir de critérios próprios, estabelecendo relações entre eles; manusear sólidos geométricos, percebendo os que rolam ou não;
    Reconhecer formas geométricas básicas: triângulo, quadrado, círculo e retângulo;
    Identificar gradativamente os numerais ( até 20) e as quantidades correspondentes;
    Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( uso social, contagem,
    calendário);
    Diferenciar números de letras.

    ARTES

    Reconhecer as cores básicas em situações de uso;
    Evoluir no desenho, usando formas e figuras mais definidas;
    Pesquisar e apreciar obras de artes;
    Utilizar a rasgadura e a tesoura em situações de recortes;
    Modelar livremente , massinha e argila;

    MOVIMENTO

    Andar, correr, saltar sem dificuldades;
    Coordenar movimentos de braços e pernas;
    Quicar a bola com as mãos;
    Participar de jogos com regras simples;
    Identificar e nomear principais partes do corpo.

    NATUREZA E SOCIEDADE

    Pesquisar fatos contextualizados;
    Dar informações sobre dados pessoais;
    Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
    Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
    Associar determinadas atividades aos dias da semana;
    Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
    Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.

    MÚSICA

    Desenvolver a memória musical;
    Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
    Apreciar diferentes estilos musicais;
    Acompanhar coreografias simples e dramatizar músicas.
    Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
    Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
    Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.

    COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
    TURMA: FASE II ( 05 ANOS)

    ÁREA DO CONHECIMENTO
    OBJETIVOS

    LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
    Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
    Usar com clareza e boa pronúncia, a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos, aprimorando e ampliando o vocabulário;
    Fazer registros espontâneos de escrita com objetivos definidos;
    Criar histórias com sequência lógica;
    Fazer reconto de vários estilos de texto;
    Transmitir recados;
    Reconhecer a escrita de seu primeiro nome e saber grafá-lo;
    Reconhecer os nomes dos colegas;
    Nomear as letras de seu nome e de outras palavras que sejam significativas;
    Reconhecer, identificar e grafar as famílias silábicas;
    Reconhecer palavras em pequenos textos;
    Discriminar rótulos e embalagens, identificando os mais utilizados;
    Evoluir da hipótese da escrita, do nível silábico para o silábico-alfabético.
    Escrever espontaneamente pequenos textos, histórias, versinhos, listas, receitas.

    MATEMÁTICA

    Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
    Realizar classificações e ordenações co critérios figurais próprios, evoluindo para a utilização de critérios pré- estabelecidos;reconhecer outras formas geométricas além das básicas : esfera, cubo;
    Reconhecer formas geométricas básicas: triângulo, quadrado, círculo e retângulo;
    Identificar gradativamente os numerais ( até 50) e as quantidades correspondentes;
    Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( contagem, uso social, contextualizado);
    Conhecer suas medidas de peso, altura e sapato;
    Resolver problemas envolvendo a idéia de adição e subtração .

    ARTES

    Reconhecer as diversa cores em situações de uso;
    Desenhar, fazendo representações de histórias, cenas ouvidas ou vivenciadas;
    Pesquisar e apreciar obras de artes;
    Fazer dobraduras simples;
    Desenhar figura humana com mais detalhes e diferenciação sexual.
    Utilizar a tesoura com preensão correta, para fazer recortes livres ou dirigidos;
    Modelar livremente , massinha e argila, dando clareza às formas;

    MOVIMENTO

    Jogar e realizar atividades de desafios , aceitando e respeitando as regras e os resultados;
    Quicar a bola com as mãos ou os pés algumas vezes repetidas;
    Identificar e nomear mais detalhes do corpo ( sobrancelhas, calcanhar, tornozelo, etc.).

    NATUREZA E SOCIEDADE

    Pesquisar fatos contextualizados;
    Dar informações sobre dados pessoais;
    Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
    Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
    Associar determinadas atividades aos dias da semana;
    Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
    Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.

    MÚSICA

    Desenvolver a memória musical;
    Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
    Apreciar diferentes estilos musicais;
    Acompanhar ritmos simples;
    Acompanhar coreografias simples e dramatizar músicas.
    Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
    Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
    Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.




    Voltas às aulas - Berçário e Maternal

    Encontrei essas dicas no encarte da adorável revista Educação Infantil - O Guia da Professora (Ed.Ediba) peço licença a editora, sei que seu uso é restrito de quem compra, mas é difícil não publicar como auxílio para outros educadores, pois o material é maravilhoso.

    Esse é exclusivo para Bercários. É bem bacana, já que na primeira reunião ou encontro, os pais estão nas espectativa quanta a professora e vice-versa.
    Quem tem Maternal também pode utilizar e adaptar.




























    1 comentários:

    disse...

    Parabéns!! seu blog é muito lindo e legal, amei trabalho com ed. infantil e deu para ter algumas ideias através das suas.....beijos.
    Parabéns pelo blog muito legal.

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